Categoria: Tênis


De folga na WTA Championships nesta sexta, Caroline Wozniacki recebeu troféu de número 1 da temporada nesta sexta-feira. Ela garantiu a posição ao se classificar para as semifinais em Doha. Na próxima fase, ela vai encarar a russa Vera Zvonareva.

Caroline Wozniacki recebe troféu de nº1 - Musa dinamarquesa tem posição garantida no ranking até o fim do ano.

Fonte: Globoesporte.com

A russa Maria Sharapova venceu com facilidade a qualifier sueca Sofia Arvidsson e faturou o Torneio de Memphis na noite deste sábado. A ex-número 1 do mundo aplicou 2 sets a 0, com parciais de 6/2 e 6/1, em apenas 1h06min de confronto.

Sem ceder nenhum set em toda a competição, Sharapova chegou ao seu 21º título na carreira e encerrou um jejum de cinco meses sem troféu. Sua última conquista aconteceu em setembro do ano passado, em Tóquio.

“Estou muito feliz. Vim aqui para ganhar ritmo de jogo e acabei vencendo. Então, foi uma grande semana para mim”, comemorou a russa, que aprovou seu desempenho no torneio em quadra fechada. “Saquei e devolvi bem, duas coisas que são muito importantes em competições indoor”, avaliou.

Para chegar ao título, Sharapova mostrou consistência no serviço o que não vinha acontecendo em seus últimos torneios. Dessa vez a russa cometeu apenas uma dupla falta em toda a partida e exibiu um aproveitamento de 81% dos pontos quando jogou com o primeiro saque.

Dessa forma, a atual número 16 do mundo dominou a partida desde o início. No primeiro set, ela não teve o saque ameaçado em nenhum momento e chegou a vencer nove games seguidos até o começo da segunda parcial.

Arvidsson, 102ª do ranking, chegou a ter três chances de quebra no segundo set, mas não soube aproveitar as oportunidades e perdeu a chance de levar seu segundo troféu em Memphis – ela venceu o torneio em 2006.

Fonte: ESPN Brasil

Agassi admite doping em 97

 
 
O norte-americano Andre Agassi, ex-número um do tênis mundial, consumiu em 1997 a droga sintética metanfetamina, mais conhecida como “crystal meth”, como confessa na autobiografia “Open”, que sairá à venda nos Estados Unidos em 9 de novembro.
 

O jornal britânico “The Times” deve publicar uma série completa do livro, mas nesta terça-feira já foi possível conhecer através da imprensa norte-americana parte das confissões de Agassi, que conta como se dopou e evitou ser punido pela ATP.

Em 1997, Agassi passava por um mau momento na carreira e estava em dúvidas entre se casar ou não com a atriz Brooke Shields. Seu assistente, identificado como Slim, foi quem o apresentou à droga, de acordo com extratos do livro divulgados pela imprensa americana.

Agassi acabou aceitando consumir a substância proibida para chegar ao estado de ânimo que Slim tinha prometido que alcançaria. “Slim pôs um pequeno monte de pó na mesa de café, fez uma linha e a aspirou pelo nariz. Cortou de novo e eu fiz o mesmo”, confessa Agassi no livro.

Tempos mais tarde, segundo o “Times”, Agassi recebeu uma ligação de um médico que trabalhava para a ATP e que dizia que o tenista tinha sido pego no exame antidoping. “Dias mais tarde me sentei em uma cadeira com um bloco de folhas de papel e escrevi uma carta à ATP. Estava cheia de mentiras, misturadas com meias verdades”, conta o tenista, que culpou Slim por tudo que tinha acontecido.

A ATP acreditou na versão de Agassi e decidiu retirar a investigação e abafar o caso. Porém, não conseguiu impedir que no mundo do tênis surgisse o rumor de que o americano havia consumido substâncias proibidas.

Bellucci em semi inédita

Perguntado antes das quartas de final do ATP 250 de Estocolmo sobre seu próximo adversário, o sueco Joachim Johansson, Thomaz Bellucci não teve dúvidas em defini-lo como um “kamikaze”. Mas, com 18 aces e 88% de pontos ganhos a partir do encaixe do primeiro saque, foi o brasileiro quem justificou o apelido nesta sexta-feira, quando frustrou a torcida local ao aplicar 7/6 (7-4) e 6/3 e chegar pela primeira vez às semifinais de um torneio de primeiro nível disputado longe do saibro.

Até esta sexta, Bellucci só havia alcançado a penúltima rodada de uma competição de piso duro uma vez, há dois anos, em Campos do Jordão. Porém, aquela competição era um challenger, de segundo escalão no circuito profissional. Em ATPs, o tenista de 21 anos já garantiu, portanto, o melhor resultado da carreira neste piso, e irá à decisão se superar neste sábado o belga Olivier Rochus, número 87 do mundo, em embate inédito.

Para avançar mais uma rodada e ganhar apenas o quarto jogo de sua carreira em uma quadra sintética e coberta – característica que deixa a bola ainda mais veloz -, o paulista superou um desafio de peso. Top 10 do ranking de entradas em 2005, Johansson só é hoje o modesto 511º colocado por causa de um problema crônico no ombro que já o fez passar por três cirurgias e abandonar a carreira. No ano passado, ele resolveu retornar à ação justamente em Estocolmo, mas desde então só se inscreveu em seis competições.

Dono de um dos saques mais poderosos do circuito, o sueco havia sido chamado até de “kamikaze” por Bellucci nesta quinta, mas um dia depois o próprio brasileiro deu aula sobre o fundamento em questão ao oponente. Com 18 aces e apenas cinco pontos perdidos quanto acertou o primeiro saque, ele controlou o rival e só cedeu um break point em todo o confronto, salvo no momento em que tinha vantagem de 4/2 no segundo set.

Do alto de seu 1,98 m, ‘Pim Pim’ Johansson, como é conhecido, também brilhou com 13 saques vencedores, mas sofreu a única quebra da partida. Foi no terceiro game da segunda parcial, em um vacilo que custaria a partida ao sueco. Mesmo enfrentando a pressão da torcida na quadra central de Estocolmo, o canarinho controlou os nervos e fechou a vitória em 1h22.

Com o resultado, Bellucci, que na última segunda apareceu de forma inédita entre os 50 melhores tenistas do planeta, ratifica seu lugar nesse grupo e já pensa em subir ainda mais. Atualmente o número 45 do ranking, ele já defendeu os pontos referentes a uma boa campanha do ano passado – havia chegado às semifinais do Challenger de Buenos Aires – e garantirá um salto de ao menos três lugares caso bata Rochus. Nas quartas, o belga eliminou o finlandês Jarkko Nieminen por 6/2, 3/6 e 6/1.

 

O espanhol Rafael Nadal anunciou nesta sexta-feira que não vai disputar o Torneio de Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada do tênis mundial. O número um do mundo não conseguiu se livrar das dores no joelho, que vêm incomodando há tempos.

Com tendinite nos dois joelhos, Nadal já havia se ausentado no ano passado da final da Copa Davis, quando a Espanha venceu a Argentina.

Curiosamente, Nadal anunciou que não jogará em Wimbledon após atuar em uma partida de exibição. “Estou muito melhor que há duas semanas, mas não me sinto preparado para disputar um torneio como Wimbledon”, afirmou.

Mais cedo, ele atuou sem problemas diante do suíço Stanislas Wawrinka e venceu a partida por 2 sets a 1, de virada, com 4-6, 7-6 (8-6) e 10 a 3 no super tie-break. O jogo foi disputado no Hurlingham Club de Londres. Ontem o espanhol havia perdido para o australiano Lleyton Hewitt por 2 sets a 0, com parciais de 6-4 e 6-3, e mostrou dificuldades de movimentação.

Nadal poderá perder a liderança do ranking mundial para Roger Federer menos de um ano depois de conquistar o posto. Ele já havia perdido por muitos pontos por cair nas oitavas-de-final de Roland Garros – era tetracampeão do Grand Slam francês. E agora perde mais dois mil por não jogar em Wimbledon.

No ranking, Nadal vai cair de 12735 para 10735 pontos. Atualmente, Federer tem 10620. O suíço foi finalista em Wimbledon no ano passado, portanto defende uma alta pontuação a partir de segunda-feira. Federer precisa ser campeão para recuperar a primeira posição na lista mundial.

 Fonte: ESPN Brasil

Choro de um campeão

Dentre tantas coisas impressionantes ontem, uma em especial me impressionou; o choro aliviado de Roger Federer ao ganhar Roland Garros, único titulo que ainda não tinha e que superava Pete Sampras em títulos (Inclusive o único título que Sampras não tem é esse).

Ele controlou o jogo o tempo todo, até foi bonzinho com Robin Soderling, se poupando nos saques do adversário.  Por outro lado, o adversário o respeitou muito, se resignando inclusive diante da iminente derrota. Também jogava com o maior tenista da história, que venceu magistralmente por 3×0 (6×2, 7×6 e 6×4). E merecidamente.

Svetlana Kunestisova

Svetlana Kuneztsova

 

 

A russa Svetlana Kuznetsova conquistou neste sábado o título do Torneio de Roland Garros, em Paris, segundo Grand Slam da temporada. Na final, ela não teve maiores dificuldades para derrotar a número um do mundo, a russa Dinara Safina, por 6-4 e 6-2, em apenas uma hora e 14 minutos de jogo.

A partida foi equilibrada até o final do primeiro set, mas Kuznetsova assumiu o comando da decisão e não deixou Safina voltar à partida. No total, ambas cometeram 22 erros não-forçados. A vencedora conseguiu 12 winners contra 11 da rival. Safina sacou mal e fez sete duplas faltas, inclusive uma no match point.

Este é o segundo título de Grand Slam de Kuznetsova, que já foi número dois do mundo em 2007, mas hoje é a sétima melhor do ranking mundial. A outra conquista de um “grande” foi em 2004, quando ela foi campeã do Aberto dos EUA, em Nova York. Em Roland Garros, ela já havia feito uma final, mas perdeu o título de 2006 para a belga Justine Henin. Agora, levanta a taça em Paris.

Safina, a número um do mundo, não mostrou na final o mesmo tênis demonstrado durante o torneio e estava claramente abatida com a derrota. Esta é a segunda final consecutiva que ela perde em Roland Garros – no ano passado, caiu diante da sérvia Ana Ivanovic. É também a segunda decisão de Grand Slam seguida que ela perde – em janeiro, na Austrália, caiu contra a norte-americana Serena Williams.

“Sveta realmente mereceu. Espero voltar ano que vem e espero um dia ser campeã aqui”, disse Safina, segurando o choro. Desde que assumiu a liderança do ranking, em abril, ela perdeu só dois jogos e foi campeã dos torneios de Roma e Madri.

“Eu esperei por esse momento por muito tempo”, comemorou Kuznetsova. “Eu joguei com todo meu coração, tive jogos incríveis e finalmente consegui. Este é meu torneio favorito.”

A russa ainda teve tempo de parabenizar a amiga Dinara Safina. “Você trabalha muito e espero que você chegue lá um dia.”
Fonte: ESPN Brasil

Ausente das quadras devido a uma lesão no ombro, a russa Maria Sharapova encontrou tempo para namorar. De acordo com o Sport Business, a musa está namorando Charles Ebersol, filho de Dick Ebersol, um dos dirigentes da rede de televisão norte-americana NBC.

Após vencer o Aberto da Austrália no começo deste ano, Sharapova antecipou o fim a temporada, pois está em tratamento intensivo para curar um rompimento de um tendão no ombro direito.

“Realmente estou progredindo bem, mas mesmo assim está levando mais tempo do que eu imaginava”, falou a musa em seu site oficial. Sharapova está se tratando em uma clínica em Phoenix, nos Estados Unidos, que atende outros atletas também.

“Muitos atletas aqui têm problemas parecidos com o meu, apesar de a maioria deles serem enormes arremessadores (de beisebol) ou quarterbacks (de futebol americano)”, completou a russa.

O Torneio de Montreal ficará órfão da musa Maria Sharapova. Após garantir sua classificação para as oitavas-de-final da competição, com uma vitória por 2 sets a 1 (parciais de 7-5, 5-7 e 6-2) sobre a polonesa Marta Domachowska, a atual número 3 do mundo anunciou sua retirada devido a uma lesão no ombro direito.
As dores começaram a incomodar a tenista logo após o sétimo game do segundo set, quando Sharapova pediu o auxílio do atendimento médico e teve seu ombro direito analisado. Com a desistência, a japonesa Ai Sugiyama foi diretamente classificada para as quartas-de-final no Canadá.
A lesão pode afastá-la também de Pequim e inclusive do US OPEN
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