Morre no Rio Herbert Richers

Novembro 20, 2009

Morreu nesta sexta-feira (20) o produtor de cinema Herbert Richers. Conhecido pela frase “versão brasileira Herbert Richers”, dita nos filmes dublados na TV, o produtor vai ser velado esta tarde no Memorial do Carmo, na Zona Portuária do Rio, e será cremado no sábado (21).

 

 

 

Ele estava internado desde o último dia 8 na Clínica São Vicente, na Zona Sul da cidade. Ele sofria de problemas nos rins.

 

 

 

Herbert tinha 86 anos e nasceu em Araraquara, no interior de São Paulo e começou a produzir filmes em meados dos anos 50. Foram cerca de 60 filmes ao longo de sua carreira.

Ainda nos anos 50 fundou a empresa que leva seu nome e começou na distribuição de filmes. Mais tarde, ela se transformou numa das pioneiras na dublagem Brasil e ainda hoje é uma das maiores no ramo no país.

 

Twitter

 

No Twitter, o diretor José Bonifácio de Oliveira, o Boninho, fez uma homenagem ao produtor. “Hoje se foi uma parte da história da TV brasileira… Nos deixou Herbert Richers, considerado o dono do melhor estúdio de dublagem do mundo”, escreveu ele.

A morte de Richers também foi comentada na internet pelo apresentador Luciano Huck.

Fonte: G1

 

 

 

 

 

 

Morre a atriz Mara Manzan

Novembro 13, 2009

A atriz Mara Manzan, de 57 anos, morreu de câncer no pulmão. Ela estava internada desde sábado (7) no Hospital Rios D’or, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, onde fazia tratamento. Sua última novela foi “Caminho das Índias”, como Ashima, uma indiana residente no Brasil.

Segundo o hospital, a doença estava em fase de metástase. A atriz faleceu às 8h15 desta sexta-feira (13). Em abril de 2008, a atriz chegou a ser operada no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para a retirada de um nódulo no pulmão. Dez anos antes, ela já havia retirado um tumor no útero.

A doença foi agravada, segundo ela mesmo dizia, por causa de um enfisema pulmonar causada pelo cigarro, que fumou durante 40 anos. Por causa do câncer, ela precisou deixar mais cedo a novela “Duas Caras”, onde interpretava Amara, para ser operada, e depois, já em “Caminho das Índias”, ficou algumas semanas afastada por causa da quimioterapia.

Esperança em blog 

No último dia 5 de outubro, Mara escreveu um desabafo esperançoso em seu blog. “Hoje li uma frase do Neguinho da Beija-Flor que vale para todos nós: ’só da gente ter direito a vida, é o suficiente para viver sorrindo’. Quero morrer bem velhinha, ver meus netos grandes e trazendo alegria ao meu coração para meus queridos fãs que estiveram o todo o tempo do meu lado”, dizia a atriz.

Carreira

No mesmo site, ela conta que começou a carreira aos 17 anos, em São Paulo, no Teatro Oficina, na época dirigido por Luiz Antônio Martinez Correia. Além das novelas já citadas acima, Mara participou ainda de “A Viagem”, “Salsa e Merengue”, “Pecado Capital”, “O Clone” e “Senhora do Destino”.

 

Foi em “O Clone”, que popularizou o bordão “Cada mergulho é um flash!”. A atriz participou ainda de “Da Cor do Pecado”, “Kubanacan”, “Cobras & Lagartos”, “Hilda Furacão” e alguns episódios do “Você Decide”.

 

No cinema, fez “Sexo com Amor?”, “Sambando nas Brasas, Morô?”, “De Cara Limpa” e “Bonecas da Noite”.

Fonte: G1

Perdas Irreparáveis

Setembro 5, 2008

Duas perdas irreparáveis para a cultura nacional ocorreram ontem, o ícone do brega Waldick Soriano e o ícone do teatro Fernando Torres.

O cantor Waldick Soriano de 75 anos, perdeu ontem a luta contra o câncer. Ele estava internado na Unidade de Cuidados Paliativos do Inca desde o dia 31 de agosto. O músico lutava contra o câncer de próstata, descoberto há cerca de dois anos.

Soriano foi submetido ao tratamento da neoplasia até o meio desse ano, quando foi considerado que não havia mais o que fazer e ele foi transferido para a Unidade de Cuidados Paleativos.

O corpo do cantor Waldick Soriano, que morreu nesta quinta-feira, aos 75 anos, acaba de chegar à Câmara de Vereadores do Rio, onde será velado.

Segundo o cerimonial da casa, o velório ficará aberto à visitação pública até as 22h de hoje. Os fãs começam a chegar ao local para ver o cantor pela última vez. A Câmara fica na Pça Floriano, s/nº, na Cinelândia, região central do Rio.

O enterro acontece nesta sexta-feira, mas o horário ainda não está definido, de acordo com a administração do Cemitério São Francisco Xavier, conhecido como Cemitério do Caju.

Waldick Soriano nasceu em Caetité, cidade do interior da Bahia, em 13 de maio de 1933. Ele é considerado um ícone da música brega –ou música romântica, como costumava dizer– e compôs cerca de 700 canções. O auge da sua carreira foi nos anos 60 e 70, quando suas músicas alcançavam as paradas de sucesso das rádios.

No ano passado, o cantor foi tema do documentário “Waldick, Sempre no Meu Coração”, dirigido pela atriz Patrícia Pillar, que abordou a carreira e a vida íntima do artista no filme. Também em 2007, foram lançados pela Som Livre os CD e DVD “Waldick Soriano – Ao Vivo”.

 

O corpo do ator Fernando Torres será velado nesta sexta-feira na capela 1 do cemitério Memorial do Carmo, no bairro do Caju, zona portuária do Rio de Janeiro. A cerimônia será restrita apenas a parentes e amigos. Às 17 horas, o corpo seguirá para o cemitério São Francisco Xavier para cerimônia de cremação.

Fernando Torres morreu nesta quinta-feira à tarde, em casa, em Ipanema, zona sul carioca, devido a uma insuficiência respiratória aos 80 anos.

O artista lutava contra um enfisema pulmonar e, nos últimos meses, já tinha sido internado algumas vezes.

Atualmente, ele vinha sendo assistido em casa, com acompanhamento médico e toda a aparelhagem necessária para o tratamento.

Fernando Monteiro Torres era formado em medicina, mas, desde cedo, sua grande paixão foi o teatro, onde atuou, produziu e dirigiu diversas peças, além de ter participado de 19 filmes e várias novelas.

A atriz Nathalia Timberg deve comparecer ao velório amanhã. Segundo informações de seus familiares, ela chegou de gravações hoje e ficou muito abalada com a notícia, indo diretamente dormir.

Carreira

Nascido em Guaçuí, no Espírito Santo, em 14 de novembro de 1927, Torres fez parte do Teatro Brasileiro de Comédia e fundou o Teatro dos Sete, em 1959, ao lado de Gianni Ratto, Sergio Britto, Ítalo Rossi e Fernanda Montenegro, com quem se casou em 1952.

Sua encenação de “O Beijo no Asfalto”, de Nelson Rodrigues, rendeu ao ator o título de diretor revelação.

Após o término da companhia, em 1966, ele passou a dirigir espetáculos. Entre eles, destacam-se “A Mulher de Todos Nós”, de Henri Becque e “O Homem do Princípio ao Fim”, de Millôr Fernandes.

Torres recebeu o prêmio Governador do Estado da Guanabara com “Amante de Madame Vidal”, de Louis Verneuil, no qual revelou uma visão crítica sobre os costumes da época, em 1973. Três anos depois, foi eleito melhor ator pela Crítica Teatral da Cidade de São Paulo.

Na TV Globo, estreou como diretor de “Minha Doce Namorada”, em 1971.

Ele também atuou em “Baila Comigo” (1981), “Sétimo Sentido” (1982), “Amor com Amor se Paga” (1984), “Zazá” (1997), além de “Laços de Família”.

No cinema, fez em sucessos como “Engraçadinha Depois dos Trinta”, de J.B.Tanko, “Veja Esta Canção”, de Cacá Diegues, entre outros.

Fonte: Folha Online

O Passe e o Gol

Julho 22, 2008

Fiquei surpreso ao ver no “Pontapé Inicial”, programa matinal da ESPN Brasil, que o brilhante jornalista Juca Kfouri havia escrito um livro infantil chamado “O Passe e o Gol”.

Mais surpreso quando fiquei sabendo que o livro seria adaptado para o teatro pelo Grupo de Teatro do Grande Urso Navegante, um grupo independente. E que essa peça estaria fora de cartaz por falta de apoio.

Como não deixar o grande urso navegar pela imaginação das crianças, as levando para conhecer a cidade de Corinthians? Não deixa-las conhecer  Joãozinho e Marinho?

Eu como amante do teatro, fico decepcionado com a falta de apoio que a nobre arte do palco tem no Brasil.