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Caixão com o corpo do goleiro Robert Enke esteve no estádio do Hannover

A Alemanha deu neste domingo um emocionado adeus a Robert Enke, que era goleiro da seleção alemã e do Hannover e se suicidou na terça-feira aos 32 anos, vítima de uma depressão, influenciada por tragédias particulares e o medo de fracassar no futebol.

Milhares de torcedores do Hannover, autoridades do futebol, representantes dos clubes europeus pelos quais passou e políticos encheram o estádio do clube ao qual o goleiro pertencia para se despedir de Enke.

A viúva de Enke, Teresa, jogadores da seleção – do capitão Michael Ballack a Per Mertesacker -, o dirigente Oliver Bierhoff e o técnico Joachim Löw eram reflexo da dor na homenagem em despedida do goleiro.

- O futebol não é tudo. Acima do rendimento está o ser humano - disse o presidente da federação alemã de futebol, Theo Zwanziger, que agradeceu a Teresa Enke por sua coragem, ao revelar à imprensa o drama que levou o marido ao suicídio.

Após a cerimônia, o caixão de Enke foi transportado nos ombros dos colegas. Depois, foi levado ao cemitério vizinho, onde acontecerá uma cerimônia privada.

Enke se jogou na via do trem na terça-feira passada, nas proximidades de casa. Segundo a esposa, o jogador esteve em tratamento por depressão em 2003 e depois sofreu recaídas, atribuídas tanto a questões privadas quanto ao medo do fracasso. 

Fonte: globoesporte.com

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Robert Enke Atuando pela Alemanha

O goleiro Robert Enke, da seleção da Alemanha e do Hannover, foi encontrado morto nesta terça-feira numa passagem de nível de uma linha férrea na cidade em Neustadt am Rübenberge. Segundo a polícia local, havia fortes indícios de que Enke, 32 anos, cometeu suicídio. A hipótese foi confirmada por Jor Neblung, assessor pessoal de Enke.

 

- Ele tirou sua própria vida. Atualmente não posso falar muito mais – disse o assessor ao site do jornal “Der Spiegel”.

O jogador esteve afastado durante algum tempo nos meses de setembro e outubro por conta de uma misteriosa infecção. Apesar disso, Enke defendeu o gol do Hannover no último fim de semana, durante o empate por 2 a 2 com o Hamburgo, pelo Campeonato Alemão.

De 2007 para cá, o goleiro atuou em oito partidas pela seleção alemã. Pelo Hannover, foram 164 jogos neste período. Por conta da infecção, Enke não vinha jogando pela seleção  desde setembro e também não foi chamado pelo técnico Joachim Löw para os amistosos com Chile e Costa do Marfim, em 14 e 18 de novembro. 

No entanto, Löw deixou claro mais de uma vez que contava com o jogador para o grupo que disputará o Mundial de 2010.

Enke nasceu em 24 de agosto de 1977, em Jena, e começou a carreira no Carl Zeiss, de sua cidade natal, antes de defender o Borussia Mönchengladbach. Ele passou ainda por Benfica (1999-2002), Barcelona (2002-2003), Fenerbahçe (2003), Tenerife (2004) e Hannover 96 (desde 2004).

Ele era casado e em 2006 perdeu sua filha Lara, então com dois anos, vítima de uma parada cardíaca. O goleiro havia adotado uma menina de oito meses em maio. À época, disse que havia então recuperado a alegria de viver.

Fonte: globoesporte.com

O técnico da seleção brasileira, Dunga, convocou nesta terça-feira a equipe para os amistosos contra Inglaterra, no dia 14 de novembro, e Omã, no dia 17, os últimos jogos da equipe em 2009. As principais novidades entre os convocados pelo treinador são Fábio Aurélio (Liverpool), Michel Bastos (Lyon), Hulk (Porto) e Carlos Eduardo (Hoffenheim). Revelado pelo Vitória, o atacante do Porto, de 23 anos, vem sendo um dos principais destaques do time nas últimas temporadas.

Como já havia sinalizado, o comandante da seleção brasileira “poupou” os clubes que estão disputando a reta final do campeonato nacional. Adriano, do Flamengo, Diego Tardelli, do Atlético-MG, Diego Souza, do Palmeiras, e Hernanes, do São Paulo, eram inicialmente cotados e poderiam desfalcar suas equipes nas últimas rodadas.   

Outra novidade ficou por conta do lateral esquerdo Fábio Aurélio, do Liverpool, que não ganhou muitas chances até hoje na seleção de Dunga. A posição é considerada uma das mais problemáticas da equipe – André Santos, do Fenerbahce, da Turquia, ganhou espaço depois da Copa das Confederações, mas não foi convocado desta vez. Kléber, do Internacional, perdeu um lugar que antes era quase “cativo” na preferência do treinador, e a vaga foi preenchida por Michel Bastos.

No gol, Doni, da Roma, voltou a ser chamado para a reserva de Júlio César, da Internazionale de Milão, titular absoluto do técnico Dunga. O meia Alex, do Spartak Moscou, também apareceu entre os chamados para o meio-de-campo. Na frente, além dos já “carimbados” Luís Fabiano e Robinho, Dunga chamou Nilmar, do Villarreal – que foi bem nos jogos contra Bolívia e Venezuela pelas Eliminatórias Sul-americanas para a Copa do Mundo de 2010 -, além das surpresas Hulk e Carlos Eduardo.

A apresentação da seleção brasileira está programada para o próximo dia 11 de novembro, no Rio de Janeiro.

A lista:

Goleiros
Júlio César (Inter de Milão)
Doni (Roma)

Laterais
Maicon (Inter de Milão)
Daniel Alves (Barcelona)
Fábio Aurélio (Liverpool)
Michel Bastos (Lyon)

Zagueiros
Naldo (Werder Bremen)
Luisão (Benfica)
Juan (Roma)
Lúcio (Inter de Milão)

Volantes
Elano (Galatasaray)
Felipe Melo (Juventus)
Gilberto Silva (Panathinaikos)
Josué (Wolfsburg)
Lucas (Liverpool)

Meias
Ramires (Benfica)
Alex (Spartak Moscou)
Kaká (Real Madrid)
Julio Baptista (Roma)

Atacantes
Robinho (Manchester City)
Luis Fabiano (Sevilla)
Nilmar (Villarreal)
Carlos Eduardo (Hoffenheim)
Hulk (Porto)

Fonte: ESPN Brasil

O técnico Carlos Alberto Parreira foi confirmado como o novo técnico da África do Sul na tarde desta sexta-feira, conforme já havia a diantado pela manhã a revista do país “Kick Off”. No entanto, o acerto não foi fácil, e foram necessárias cinco horas de negociações para que se chegasse ao acordo, diz o site da publicação.
Parreira, que  na quinta já tinha declarado ter interesse em treinar a África do Sul, voltará ao comando da seleção para suceder outro brasileiro, Joel Santana, demitido nesta semana. A decisão da Federação Sul-Africana de Futebol (Safa) foi tomada após uma longa reunião do comitê de direção da entidade no aeroporto internacional de Johanesburgo.

O brasileiro comandou os Bafana-bafana entre janeiro de 2007 e abril de 2008, quando retornou ao Brasil por questões pessoais e foi substituído pelo próprio Joel. O técnico terá agora pouco mais de meio ano para preparar a seleção anfitriã para a estreia na Copa do Mundo de 2010, prevista para 11 de junho em Johanesburgo.

A reestreia de Parreira deve acontecer em uma das duas últimas partidas dos sul-africanos este ano, em novembro, em casa, contra Jamaica e Japão. Enquanto Parreira não chega à África do Sul, serão mantidos no comando os auxiliares de Joel, Jairo Leal e Pitso Mosimane, que assumiram temporariamente a seleção.

Fonte: ESPN Brasil

Christian Vieri em atuação pela Juventus no Jogo Juventus 2x0 Rosenborg - 19/03/97

Christian Vieri em atuação pela Juventus no Jogo Juventus 2x0 Rosenborg - 19/03/97

 

 

O ex-atacante da Inter de Milão, da Juventus e do Milan e da seleção italiana Christian Vieri, de 36 anos, anunciou a sua aposentadoria do futebol profissional nesta quinta-feira. “Eu não tenho vontade de jogar e nem sequer tentei atuar no exterior (fora da Itália)”, afirmou o jogador, que estava sem clube desde a temporada passada, quando defendeu a Atalanta e marcou apenas dois gols em nove partidas disputadas pelo time. Vieri fez a sua primeira temporada no futebol profissional em 1991, quando defendeu o Torino e marcou apenas um gol. Em seguida, ele atuou por oito clubes em oito temporadas seguidas, incluindo Juventus, Atlético de Madrid e Lazio. Depois da passagem pela Lazio, o jogador foi contratado pela Inter de Milão após ser negociado na então contratação mais cara da história do futebol mundial, que girou em torno de 53 milhões de dólares. Em seis temporadas pela Inter, ele marcou 103 gols em 144 jogos. Por causa de lesões, Vieri não pôde disputar a Copa do Mundo de 2006, depois de defender o país nos Mundiais de 1998 e 2002, marcando nove gols ao total nas duas edições da competição. Com a camisa da seleção italiana, Vieri fez 23 gols em 49 partidas, além de ter balançado as redes adversárias 194 vezes em 375 confrontos pelos 12 clubes em que atuou.

 Fonte: ESPN Brasil

Adriano com o uniforme novo do Flamengo.

Adriano com o uniforme novo do Flamengo.

 

O Flamengo revelou nesta quarta-feira os seus novos uniformes, que serão fornecidos pela Olympikus, empresa que fechou parceria até o fim de 2013 com o clube. A cerimônia divulgou o resultado da pesquisa na internet que elegeria o número de Adriano. O Imperador usará a camisa 9. Para fazer suspense, o atacante entrou com uma camisa com a interrogação nas costas, mas logo a tirou para exibir o número 9.

Ibson desfilou com a nova camisa branca. O goleiro Bruno apresentou os modelos que usará durante os jogos. Marcelinho Duda apresentaram as camisas de basquete do Flamengo.

O novo patrocinador deve investir cerca de R$ 170 milhões durante o período de contrato com o Flamengo A parceria teve início em maio de 2008, quando o departamento de marketing do clube colocou as três interrogações no uniforme enquanto não lançava seu modelo da Olymipkus. O Flamengo rompeu com a Nike de forma unilateral. No entanto, a Nike buscou seus direitos na Justiça e fez valer o cumprimento de seu vínculo até o fim.

O Flamengo terá alguns benefícios a mais com o convênio com a Olympikus. O clube terá lojas temáticas em estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Além disso, um museu do clube será lançado na Gávea. A ideia é o que a inauguração seja feita no dia 15 de novembro, dia do aniversário rubro-negro.

O site da Olympikus transmitiu ao vivo a apresentação dos uniformes, que foi liderada pelo cantor Gabriel O Pensador. A cerimônia não contou com a presença do presidente Marcio Braga, que voltou a sentir-se mal e ganhou mais 30 dias de licença.

Fonte: Lancenet

O Brasil precisou de um pênalti aos 45 minutos do segundo tempo para vencer o Egito por 4 a 3, nesta segunda-feira, em Bloemfontein, na estreia dos dois países no grupo B na Copa das Confederações. O triunfo garante à seleção brasileira um ano de invencibilidade: a última derrota aconteceu para o Paraguai, em 15 de junho de 2008, pelas eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo de 2010. Além disso, o time canarinho conseguiu o quinto triunfo em cinco jogos contra seleções africanas.

Assim como na partida entre Espanha e Nova Zelândia, o público ficou bem abaixo do esperado, o que já causou revolta em Joseph Blatter, presidente da Fifa.

Kaká abriu o placar com um golaço logo no início. Zidan, de cabeça, surpreendeu e fez o gol de empate aos 8 minutos do primeiro tempo. Mas Luis Fabiano virou o jogo e Juan ampliou, dois gols marcados de cabeça.

No segundo tempo, em apenas um minuto, o Brasil “dormiu”, e o Egito empatou surpreendentemente. Shawky marcou aos 9, e Zidan, aos 10. Só aos 45 minutos, com Kaká, de pênalti, o Brasil faz 4 a 3.

Todas as quatro vezes em que venceu a primeira partida nas edições passadas do torneio, o Brasil se classificou para a segunda fase. Em uma delas parou nas semifinais e nas três restantes chegou à decisão. Em 1999 e 2005, foi campeão – curiosamente, vencendo respectivamente Arábia do Sul e Grécia por 3 a 0 na abertura.

Somados os três primeiros pontos no grupo B, o Brasil aguarda a outra partida da chave nesta segunda-feira: às 15h30 (de Brasília), a Itália enfrenta os Estados Unidos, em Pretoria. Na mesma cidade, o time de Dunga encontra os norte-americanos na quinta, às 11 horas. O duelo com a Itália será apenas no domingo, com início marcado para as 15h30.

O jogo

Tão logo a partida foi iniciada o Brasil marcou o primeiro gol em Bloemfontein, com 4 minutos de bola rolando. Em jogada pelo meio, Kaká recebeu a bola na meia-lua e esbanjou genialidade ao aplicar um chapéu no primeiro marcador e, com um toque sutil, tirar o segundo zagueiro da jogada. Cra a cara com o goleiro El Hadary, o camisa 10 não vacilou e tocou rasteiro para as redes.

O gol de Kaká, porém, acabou dando moral ao Egito, que surpreendeu com uma resposta rápida. Três minutos depois, a marcação brasileira passou pro um momento de pane e praticamente assistiu a Aboutrika correr livre pela esquerda e cruzar para o meio da área. Lá apareceu Zidan, que ao menos neste momento lembrou o craque de sobrenome parecido. O egípcio ‘xará’ de Zinedine apareceu sozinho na pequena área e testou firme, sem qualquer possibilidade de defesa de Júlio César.

Rapidamente, porém, também veio o troco verde-amarelo. Elano cobrou falta na cabeça de Luís Fabiano aos 10 minutos e o Brasil retomou a vantagem. A vitória aparentemente fácil ganhou forma aos 35: sem passar por muitos apuros na defesa, a equipe pentacampeã mundial ampliou com Juan, também de cabeça. O placar marcava 3 a 1 quando o jogo foi para o intervalo.

Bastou uma alteração de Shehata e 60 segundos de desatenção da defesa brasileira para o Egito voltar para o jogo, ganhar moral e empatar. Após sacar o volante Hassan e colocar Eid como um terceiro atacante, o combinado africano conseguiu algo que há quatro anos e uma semana o Brasil não vivia: marcar três gols na seleção verde-amarela.

Um chute de fora da área do volante Shawky aos 8 minutos e mais um do algoz Zidan, concluindo jogada de contra-ataque puxado por Aboutrika, o Egito empatou o jogo por 3 a 3. Desde 8 de junho de 2005, da derrota por 3 a 1 para a Argentina em Buenos Aires pelas Eliminatórias, o Brasil não era tantas vezes vazado em uma mesma partida.

Dunga tentou responder com substituições, na tentativa de deixar o Brasil mais rápido em campo: tirou Elano, Robinho e Kléber e colocou, respectivamente, Ramires, Alexandre Pato e André Santos. O gol da vitória, porém, saiu em uma jogada de bola parada, pela direita. Daniel Alves cobrou falta na cabeça de Luís Fabiano aos 42 minutos e Muhamadi salvou a bola em cima da linha, com o braço – e fez questão de simular uma bolada sofrida no rosto.

A cena do egípcio não convenceu o árbitro Howard Webb. O inglês marcou pênalti e expulsou Muhamadi. Chance única para o Brasil, que teve seu número 10 pegando a bola para bater o tiro de 11 metros. Na cobrança, Kaká bateu forte, rasteiro, e mesmo El Hadary acertando o canto, a bola morreu nas redes.

FICHA TÉCNICA
BRASIL 4 X 3 EGITO

Local: Free State, em Bloemfontein (África do Sul)
Data: 15 de junho de 2009, segunda-feira
Horário: 11 horas (de Brasília)
Árbitro: Howard Webb (ING)
Auxiliares: Michael Mullarkey e Peter Kirkup (ambos da Inglaterra)
Cartão amarelo: Moawad (Egito)
Cartão vermelho: Muhamadi (Egito)
Gols: BRASIL – Kaká, aos 4 minutos do primeiro tempo e aos 45 do segundo (de pênalti); Luís Fabiano, aos 10; e Juan, aos 36 minutos do primeiro tempo; EGITO – Zidan, aos 7 minutos do primeiro tempo e aos 9 do segundo; Shawky, aos 8 do segundo tempo

BRASIL: Júlio César; Daniel Alves, Juan, Lúcio e Kléber (André Santos); Gilberto Silva, Felipe Melo, Elano (Ramires) e Kaká; Robinho (Alexandre Pato) e Luís Fabiano. Técnico: Dunga

EGITO: El Hadary; Ahmed Said, Gomaa, Hani Said e Moawad; Shawky, Hassan (Eid), Fathi e Abd Rabou (Muhamadi); Aboutrika e Zidan. Técnico: Hassan Shehata

Fonte: ESPN Brasil

Obrigado Al Muhamadi!

Junho 15, 2009

O que se escreve neste espaço no presente momento sofreu três alterações em sua concepção, prevalescendo a terceira.

Em primeiro lugar gostaria de falar que se a Copa das Confederações é a prévia da Copa do Mundo, a seleção da CBF tem que alterar algumas coisas; como por exemplo seu esquema defensivo. Não duvido da qualidade de nossa zaga, mas sei que antes de mais nada, nossos brilhantes defensores são humanos.

Eles, como vem acontecendo ultimamente, deixaram muitos espaços abertos para deleite da Seleção egípcia. E os companheiros da terra dos faraós, que tem qualidade (demonstrada nos títulos africanos que ganharam),  aproveitaram dos presentes que lhes foram dados nos presentiando com três gols;  e com razão, pois já era de se esperar que a seleção de menos nome fosse para cima com tudo.

Sabendo disso, o senhor Dunga, que deveria demonstrar o que disse e somente se importar com a sua seleção, principalmente defensivamente; deveria também saber que se há criticas é porque há o que ser criticado.

Vamos ao jogo…

 Magistralmente Kaká, recente contratação do time de Puskas e Di Stefano, no início do jogo faz um gol, iludindo esse pobre mortal do já esperado, uma goleada da seleção “vulgo” brasileira. Mas logo em seguida Zidan (Não confundam com o maior meia ofensivo do futebol moderno), utilizou a cabeça e sua qualidade para devolver o gol tomado. oucos minutos depois Juan e Luís Fabiano utilizaram as cabeças para fazerem mais dois gols confirmando a ilusão desse apaixonado por esportes.

No segundo tempo, a Seleção Egípcia demonstrando toda sua qualidade e o porque de seus títulos, surpreendendo a todos, menos a mim, dominaram o jogo diante de um Brasil indisperto.Showky, aproveitando outro presente da nossa seleção, fez mais um gol para o Egito sendo precedido por outro de Zidan, grande nome egípcio do jogo.

Quando tudo se parecia com um morno empate, surpreendentemente Al Muhamadi, zagueiro egípcio, tira de forma gloriosa, como braço, a cabeçada de Luís Fabiano de sua trajetória certeira. O que logo foi avisado ao árbitro do jogo, o inglês Howard Webb, que fez o correto. Marcou o pênalti e expulsou Al Muhamadi de campo, dando assim o título de melhor brasileiro em campo e a vitória ao Brasil, pelo pênalti cobrado de forma certeira por Kaká.

A primeira partida da Copa das Confederações terminou sem gols. Em um jogo de baixo nível técnico, África do Sul e Iraque empataram por 0 a 0 neste domingo, no Estádio Ellis Park, em Joanesburgo, na abertura do Grupo A da competição.

O jogo era um confronto direto pela segunda vaga nas semifinais da competição, já que a Espanha é a principal favorita a arrebatar a primeira colocação. A Nova Zelândia completa a chave.

Jogando em casa e empurrada pela torcida, a África do Sul, dirigida pelo brasileiro Joel Santana, teve mais a iniciativa do ataque e se mostrou melhor especialmente nos últimos 20 minutos. Mas falhou na finalização em duas boas chances criadas e não saiu do 0 a 0 na estreia.

Na próxima rodada, quarta-feira, a África do Sul joga contra a Nova Zelândia, às 15h30, no Estádio Royal Bafokeng, em Rustenburgo, enquanto o Iraque pega a Espanha, às 11 horas, no mesmo Ellis Park.

A disputa do Grupo A começará na segunda-feira. A primeira partida do dia será entre Brasil e Egito, às 11 horas. Às 15h30, a Itália enfrenta os Estados Unidos.

O JOGO

Mesmo fora de casa, os iraquianos começaram criando mais oportunidades na partida deste domingo. Karrar arriscou da meia-esquerda, mas o chute no meio do gol facilitou o trabalho do goleiro Khune. Na resposta dos donos da casa, Parker também chutou fraco e não exigiu muito trabalho do arqueiro.

Pouco depois, a África do Sul teve boa oportunidade. Sibaya arriscou a finalização com perigo e viu Mohammed Kassid fazer grande defesa. No entanto, o lance não serviu para animar a equipe do técnico Joel Santana.

O primeiro tempo seguiu equilibrado e sem lances de perigo, principalmente em função dos passes errados das duas equipes. No início da etapa complementar, Fanteni fez a jogada para Parker finalizar, mas o goleiro iraquiano apareceu bem para segurar.

Em casa, a África do Sul tentou impor mais seu futebol, mas demorou para criar chances de efetivo perigo. Aos 27 minutos, depois de cobrança de escanteio, Fanteni cabeceou perto da trave dos visitantes.

Nos instantes finais, os Bafana Bafana tiveram duas boas oportunidades. Pouco depois de entrar em campo, Mashego recebeu lançamento com velocidade e ganhou da defesa, mas o goleiro Kassid saiu para abafar o lance e conseguiu evitar o gol.

Instantes depois, o goleiro iraquiano falhou e não conseguiu cortar cruzamento. Dikgacoi alcançou para cabecear, mas a bola esbarrou em Parker quase em cima da linha e não entrou, em uma chance incrível desperdiçada pela África do Sul, que teve de se conformar com a igualdade.

FICHA TÉCNICA
ÁFRICA DO SUL 0 X 0 IRAQUE

Local: Ellis Park, em Joanesburgo, África do Sul
Data: 14 de junho de 2009, domingo
Horário: 11h (de Brasília)
Árbitro: Jorge Larrionda (Uruguai)
Assistentes: Pablo Fandino e Mauricio Espinosa (ambos do Uruguai)
Cartões amarelos: Fanteni e Sibaya (África do Sul). Nashat (Iraque)

ÁFRICA DO SUL: Khune; Gaxa, Mokoena, Booth e Masilela; Sibaya, Mhlongo, Dikgacoi e Modise; Parker (Pienaar) e Fanteni (Mashego)
Técnico: Joel Santana

IRAQUE: Mohammed Kassid; Salam, Ali Hussein e Basem; Mohammed Ali Kareem, Fareed Majeed, Nashat, Karrar (Hawar) e Mahdi (Salih); Emad (Zahra) e Younis
Técnico: Bora Milutinovic

 Fonte: ESPN Brasil
 
 Duro de assistir!!!
 

Zé Robero e Luca Toni

 

Gerd Wenzel

 
Deu no “tz”, diário de Munique, na última quarta-feira: Zé Roberto vai deixar o Bayern de Munique porque não houve acordo sobre a duração do próximo contrato. O Bayern ofereceu um ano, mas Zé Roberto queria dois.  
     
A novela da renovação do contrato de Zé Roberto vem se arrastando desde o início da temporada que passou. Enquanto não se resolvia a questão, Zé, profissional como é, fez o que pôde para ajudar o clube na sua tentativa de mais um título: jogou na lateral esquerda, atuou como segundo volante, fez o papel de meia armador, seja pela esquerda, seja pela direita; só faltou fazer chover. Mas, como uma andorinha só não faz verão, o glorioso Bayern teve que se contentar com um medíocre vice-campeonato, sem contar o vexame pelo qual passou diante de Barcelona na Champions League e Wolfsburg na Bundesliga.                         
        
Enquanto isso, os cartolas bávaros, leia-se Rummenigge e Hoeness, faziam todas as vontades do “messias” Jürgen Klinsmann, cuja missão declarada era inaugurar e implementar uma nova era na história do então campeão alemão.
        
Klinsmann exigia e era imediatamente atendido:      
     
“Preciso de um novo centro de treinamento!” Perfeitamente sr. Klinsmann, é para já. E lá se foram milhões de Euros para o Centro de Aperfeiçoamento Profissional preconizado pelo “messias”.
   
“Preciso um lateral direito – tem que contratar o Oddo”. Perfeitamente sr. Klinsmann, é para já. E lá vem o veterano Oddo com quem o Milan já não sabia mais o que fazer.
             
“Pode dispensar o Jansen!” Perfeitamente sr. Klinsmann, é para já. E lá se vai um dos melhores laterais esquerdos alemães que ainda por cima poderia ser aproveitado no meio de campo.
        
“Preciso do Landon Donovan para reforçar o ataque”. Perfeitamente sr. Klinsmann, é para já. E lá vem um atacante norte-americano que não faz gol e não serve os companheiros de profissão: em 13 jogos na Bundesliga, nenhum gol e apenas uma assistência.             
   
“Preciso de estátuas de Buda no centro de treinamento”. Perfeitamente sr. Klinsmann, é para já. E lá vem meia dúzia de estátuas enormes de Buda para supostamente trazer bons fluídos e tranqüilidade espiritual para os jogadores.        
   
A cada pedido do “messias da nova era”, os srs. Rummenigge e Hoeness saíam correndo para fazer a sua soberana vontade. Era Deus no céu e Klinsmann na terra para os cartolas bávaros.
  
Deu no que deu: eliminado prematuramente da Copa da Alemanha e da Champions League, o Bayern teve que fazer das tripas coração para conquistar (?) o vice-campeonato alemão. Sem esquecer que a 5 rodadas do final, a diretoria finalmente se encheu de coragem e demitiu o seu “messias” que prometeu venturas eternas e por pouco não levou a equipe ao inferno.  
     
E agora essa mesma diretoria, que endossou sem exceção todos absurdos cometidos pelo “messias”, vem a público, na pessoa do seu presidente executivo Rummenigge, para dizer que não renova com Zé Roberto por 2 anos porque se trata de um jogador de 34 anos e que esse procedimento seria contra a política de recursos humanos do clube?       
   
Mas jogar milhões e milhões de Euros pelo ralo com um “falso messias”, isso pode? 
  
Está de parabéns o Zé Roberto pela sua atitude elegante quando soube da decisão dos cartolas. Clube certamente não faltará para esse extraordinário jogador e, acima de tudo, ser humano que dignificou como poucos a sua profissão.

Fonte: Bundesliga.com.br