Categoria: Futebol


Há dois tipos de torcedores do Fluminense: os que conhecem a quarta estrofe do nosso hino e os que não a conhecem. Afortunadamente, eu jamais cantei o hino do formidável clube de Álvaro Chaves sem encerrá-lo com o trecho: “Vence o Fluminense/ Usando a fidalguia/ Branco é paz e harmonia/ Brilha com o sol da manhã/ Qual luz de um refletor/ Salve o Tricolor”. Até porque, ser tricolor é, acima de tudo, reverenciar a tradição.

Outra maneira de diferenciar os tricolores de truz dos demais me remete ao ano no qual Maradona deu ao Napoli – e à pobre e discriminada província de Nápoles – o primeiro título de sua história. No dia seguinte à épica conquista, o muro do cemitério da cidade apareceu pichado com uma inscrição, claramente dirigida aos mortos: “O que vocês perderam!…”. A frase do anônimo torcedor napolitano pode ser empregada com total acerto em relação aos que não vivenciaram alguns dos grandes momentos da história do clube, como a Máquina de 75 e 76, time com o maior número de craques jamais reunido para defender um clube. Sim, porque se o Santos de Pelé e Coutinho era o Santos de Pelé e Coutinho, a Máquina de Carlos Alberto, Edinho, Paulo César Caju, Gil, Doval, Rivelino e Dirceu era a Máquina de Carlos Alberto, Edinho, Paulo César Caju, Gil, Doval, Rivelino e Dirceu – se é que me faço entender.

Como apaixonado por futebol e literatura, tive a oportunidade de ler volumes e mais volumes com textos de exaltação aos demais clubes – alguns dos quais, a cargo de gente muito talentosa. Sem exceção, os autores de tais escritos gastaram inúmeras horas de trabalho, incontáveis galões de tinta e toneladas de papel tentando provar que seus clubes de devoção eram os mais tradicionais, os mais gloriosos, os mais importantes, ou ainda os mais cult entre todos. De forma que agora eu posso garantir que, de todos os textos de exaltação escritos até aqui, o meu é o único não-ficcional. Porque o óbvio ululante ulula que o único clube capaz de ser apontado como o mais tradicional, o mais glorioso, o mais importante e o mais cult, tudo isso ao mesmo tempo e sem um pingo de exagero, é o Fluminense. Só o Fluminense. Sempre o Fluminense.

O Flamengo, por exemplo, passa a vida pretendendo ser o mais glorioso. Ledo engano. Cumpre ressalvar que eu menciono a esforçada agremiação da Gávea não por implicância ou por deferência – já que ela não passa de uma filial tricolor, criada em 1911, quando o nosso time, que havia conquistado cinco dos seis títulos estaduais disputados até então, decidiu se dividir para dar mais emoção ao campeonato. Um time popular, sem dúvida. Mas desde quando ser um best-seller é garantia de boa literatura? Sem querer tripudiar, afirmo, serenamente, que os mais gloriosos somos nós. O maior dramaturgo e cronista da história do Brasil, Nelson Rodrigues, disse certa vez que “cada brasileiro, vivo ou morto, foi Flamengo por um instante”. Os flamengos (que era como o genial Nelson se referia aos rubro-negros) comemoram essa frase como se fosse um título. Só que eles não repararam em outra frase do mestre: “O Fluminense nasceu com a vocação da eternidade”. Pois aí está: o que Nelson quis dizer, com a picardia que os tricolores percebem e os flamenguistas ignoram é que comparar o Flamengo com o Fluminense é como comparar um instante com a eternidade.

“O Flamengo?
Não passa de uma filial do tricolor
das Laranjeiras”

DAntes que eu me esqueça: comparar a Máquina com o badalado Flamengo de Zico & companhia chega a ser constrangedor para os flamengos. Basta dizer que o nosso camisa dez era o campeoníssimo Rivellino, craque que, como Didi, Castilho, Carlos Alberto, Félix, Paulo César Caju, Gérson, Branco e Romário – que também envergaram o manto verde, branco e grená –, viveu a grandeza da conquista de uma Copa do Mundo. Flamengo? Ora, se até em seu hino eles assumem que passam aperto com a gente, que “no Fla x Flu é um ai Jesus”…

Passemos de um extremo ao outro para falar do Botafogo. O Botafogo, simpático clube de regatas, almeja ser o mais cult e o mais sofrido dos times brasileiros. Outro engano. Só aceitarei discutir isso com quem tenha conhecido os mais profundos grotões do sofrimento. Com alguém que, como eu, tenha acompanhado um jogo contra o Dom Pedro, time formado por bombeiros de Brasília. Os botafoguenses não podem tirar do Fluminense o título de equipe mais estoica. Não até terem visitado as brenhas da terceira divisão, depois de três – eu disse três! – rebaixamentos consecutivos. Nem mesmo posar de minoria sofisticada eles podem, pois a últimas pesquisas mostram que o Botafogo é um típico clube de massa, um quase best-seller, com muito mais torcedores do que o humílimo Flu.

O Vasco? Bem, acho que o Vasco não se candidata a ser maior do que o Fluminense em coisa alguma. Talvez na antipatia de alguns cartolas que passaram por lá. O próprio estádio de São Januário, orgulho do clube da Zona Norte, foi apenas o segundo estádio de clube a abrigar os principais jogos do Brasil. No início do século passado, a joia arquitetônica batizada de Estádio das Laranjeiras, com o Corcovado à direita e o Palácio Guanabara à esquerda, teve o privilégio de ver a gênese de um patrimônio universal batizado de Seleção Brasileira. Com o Vasco eu encerro o capítulo do Rio, e poderia depois dedicar alguns parágrafos à comparação do Fluminense com os grandes de São Paulo e do resto do Brasil. Mas, como meu espaço é limitado, digo apenas que o hino do tricolor da terra da garoa começa assim: “Salve o tricolor paulista”. Pois é. Graças ao Fluminense, o tricolor original, times de três cores como Grêmio, Bahia, Fortaleza e São Paulo – entre tantos que copiaram nossa camisa – necessitam de qualificação adicional: tricolor paulista, tricolor gaúcho etc.

Eu falei de jogadores, mas caberia aqui falar da torcida do Fluminense, a mais bela, educada e intelectualizada do país, que tem o orgulho de ter em suas hostes nomes eternos como os de Nelson Rodrigues, Chico Buarque, Elis Regina, Antônio Carlos de Almeida Braga, Tom Jobim, Noca da Portela, Mário Lago, João Havelange, Ivan Lins, Pedro Malan, Carlos Alberto Parreira, Arthur Moreira Lima, Barbosa Lima Sobrinho, Francisco Horta, Miéle, Ronaldo Bôscoli, Cartola, Ferreira Gullar e Telê Santana, entre muitos outros. Na verdade, todo tricolor é um bardo. Se Shakespeare tivesse nascido no Brasil do século 20, certamente andaria por aí com a careca coberta de pó-de-arroz. .

“Para ser grande
É preciso mostrar valor face ao
inimigo invencÍvel”

O Fluminense Football Club tem mais de um século de vida. Não são cem anos de regatas, críquete, tênis ou carteado – mas de futebol. O Fluminense é o mais antigo clube de futebol do Rio de Janeiro, um dos mais antigos do Brasil e, indiscutivelmente, o que mais contribuiu para o desenvolvimento do esporte que hoje nos identifica como nação. Ao contrário dos demais grandes clubes cariocas, o Tricolor das Laranjeiras tem o futebol em sua certidão de nascimento e na heráldica de seu escudo. Somos daqueles clubes sem os quais as cinco estrelas que a camisa do Brasil exibe hoje talvez nunca tivessem sido bordadas. Não apenas porque cedeu muitos jogadores para a Seleção, mas principalmente porque estabeleceu os paradigmas da administração esportiva no país. Já em 1904, por exemplo, o clube fundado por Oscar Cox inspirou e apoiou a formação das equipes de futebol de Botafogo, Bangu e América, clubes com os quais disputou o primeiro campeonato carioca em 1906. Disputou e venceu, claro.

Falo em vitórias e chego à pergunta fatal de uma crônica que pretende fazer um inventário das glórias do Tricolor. Quando o Fluminense terá sido maior? Para responder a esta pergunta eu poderia escolher um dos 30 campeonatos estaduais conquistados pelo time, os títulos brasileiros de 1970 e 1984, a Taça Olímpica de 1949 ou ainda o Mundial Interclubes de 1952. Mas será que os momentos mais heroicos do Fluminense terão sido aqueles nos quais conquistou campeonatos? A resposta a essa pergunta poderia perfeitamente ser Nelson Rodrigues – o maior cronista e dramaturgo brasileiro de todos os tempos. O bardo da Aldeia Campista é o maior troféu da história do Fluminense – e o único que jamais será erguido por outros clubes. E é um orgulho saber que o maior tricolor da história não frequentou gramados nem gabinetes acarpetados, mas construiu sua mística do lado de cá da máquina de escrever. Mas eu não gostaria de centrar minha escolha da grande glória do clube num indivíduo.

Em meu coração há um recanto especial para um jogo contra o Náutico, pela terceira divisão do Campeonato Brasileiro. Num Maracanã com arquibancadas interditadas para obras, uma inacreditável multidão de torcedores lotou a geral, quarta-feira à noite, para, sob chuva torrencial, empurrar o time durante a quadra mais difícil de sua existência. Naquele dia eu tive a mais absoluta certeza de que o Tricolor jamais desapareceria, nem com três rebaixamentos seguidos, nem com mil anos de crises e gestões desastrosas. Ali eu entendi que não há abismo suficientemente grande para tragar um clube como o Fluminense.

Porém, se tivesse de escolher apenas um momento para simbolizar a grandeza do clube da rua Álvaro Chaves, eu voltaria no tempo, até 7 de julho de 1912, data em que foi disputado o primeiro Fla x Flu. Com um time formado pelos tricolores campeões invictos de 1911, que deixaram o clube após uma desavença, o Flamengo era a nova sensação do futebol carioca. Do outro lado, o Fluminense encarava a maior ameaça de sua história. Se perdesse – o que seria natural –, o futebol no clube correria grande risco de encerrar as atividades. Mas a heroica e renovada equipe tricolor venceu o Fla x Flu – que permanecerá para sempre como o mais importante da história – e salvou o time do desaparecimento.
Para ser um gigante, não fazem falta títulos mirabolantes, equipes inesquecíveis ou milhões de fanáticos torcedores. O Fluminense tem tudo isso, como de resto quase todos os grandes clubes mundo afora. Não é isso que torna o Tricolor diferente dos demais. Para ser um gigante é preciso mostrar valor diante do inimigo invencível e face ao mais profundo dos abismos. Por duas vezes, ao longo de seu primeiro centenário, o Fluminense esteve à beira da aniquilação – e sobreviveu. Foi com tal fidalguia que o clube das três cores que traduzem tradição se tornou uma lenda. Um clube que, quando menor pareceu, aí mesmo foi que provou ser um gigante.

Porque o Fluminense – e só o Fluminense – pode ser, a um só tempo, o menor e o maior de todos, o mais triste e o mais jubiloso, o mais humano e o mais divino dos clubes do planeta.

Fonte: Revista Football graças à Alexandre Berwanger

A contratação do astro Ronaldinho Gaúcho deve render ao Flamengo pelo menos R$ 200 milhões em ações de marketing e patrocínios pelos próximos quatro anos, tempo de contrato do jogador. Ao menos esta é a previsão do diretor executivo de marketing do clube carioca, Harrison Baptista, reproduzida nas páginas do jornal O Estado de S.Paulo desta sexta-feira.

A estimativa não contabiliza os ganhos que o Fla certamente terá com Ronaldinho com as rendas dos jogos. Desses R$ 200 milhões, o clube ficará com a maior parte, e a Traffic, empresa parceira do Flamengo na negociação, receberá uma comissão “compatível com os valores de mercado”, disse Baptista ao jornal.

“Estamos negociando com três empresas e esperamos obter, pelo menos, R$ 45 milhões em 2011. Desse valor, R$ 30 milhões ficam com o Flamengo e o restante seria dividido igualmente entre Ronaldinho e o clube”, afirmou o diretor de marketing rubro-negro. A expectativa no clube é de que Gaúcho, sozinho, seja responsável por um aumento de 50% nas vendas de camisas, por exemplo.

“É claro que uma parte disso vai depender do rendimento dele dentro de campo, mas o próprio Ronaldinho disse que veio para jogar futebol e é nisso que acreditamos”, continua Baptista.

Fonte: ESPN Brasil

Ele foi contratado para  fazer um ótimo espetáculo no Flamengo.E a maior porcentagem deste espetáculo é esta, o dinheiro.


O site 'Muda de Nome, Ronaldinho' foi criado na última terça-feira para satirizar o jogador do Fla Crédito da imagem: Reprodução

O meia Ronaldinho Gaúcho está nos braços da maior torcida do país, como ficou claro durante a apresentação de gala do ex-jogador do Milan na última quarta-feira, na Gávea. Mas o novo reforço do Flamengo sabe bem que o desfecho da longa negociação sobre seu futuro deixou furiosos os torcedores do Grêmio, clube que o projetou, que não o perdoam por não ter retornado ao Olímpico.
Tanta indignação resultou na criação de um site que ironiza o comportamento de Ronaldinho e de seu irmão e empresário, Assis, durante a novela em que se transformaram as negociações até que se soubesse a nova equipe do craque.

Na quarta-feira, dia da apresentação do meia ao Flamengo, um grupo de gremistas criou o site “Muda de Nome, Ronaldinho”, que acusa o jogador de ter optado pelo futebol carioca apenas por dinheiro.

“Depois de duas semanas de confusões da família Assis, ficou claro que o Ronaldinho não está nem aí para o futebol. O que interessa é apenas grana”, diz texto da página cujo endereço é http://www.nomedoronaldinho.com. O site estava fora do ar desde as primeiras horas desta quarta-feira, mas ainda não se sabe se o jogador conseguiu tirá-lo do ar ou se trata-se de um problema técnico.

Os criadores da página apresentam aos internautas cinco opções de novos nomes para Ronaldinho, que, na visão dos gremistas, deveria aposentar o apelido “Gaúcho”. São elas: “Ronaldeuro”, “Ronaldólar”, “Ronaldindin”, “Mercenaldinho” e “Enganaldinho”.

Minutos antes de o site sair do ar, o opção “Mercenaldinho” estava em primeiro lugar nas preferências.

Na última sexta-feira, o Grêmio chegou a preparar uma grande festa para receber um de seus maiores ídolos do início dos anos 2000. Foram colocadas caixas de som no gramado do Estádio Olímpico, em Porto Alegre, mas o presidente do clube, Paulo Odone, logo mandou que o equipamento fosse retirado, já antevendo a possível reviravolta na negociação, que acabou se concretizando.

Fonte: ESPN Brasil

O atacante Washington vai pendurar as chuteiras. O anúncio será feito nesta quinta-feira, em Mangaratiba, local em que o elenco do Fluminense realiza a sua pré-temporada, segundo apurou a reportagem do ESPN.com.br. Nesta quarta-feira, o atacante divulgou uma nota oficial dizendo que tem realizado exames periodicamente e que está bem de saúde. Nos últimos tempos, no entanto, Washington apresentou quadro de hiperglicemia, aumento do nível de glicose no sangue. Está marcada para esta quinta, às 14h, uma entrevista coletiva de Washington e foram crescendo as especulações de que o atacante iria anunciar sua aposentadoria. Também começaram a surgir notícias de que ele poderia, na verdade, anunciar sua renovação por mais um ano para jogar a Libertadores. Ocorrerá a primeira opção. O cardiologista do jogador, Constantino Constantini, disse que o atleta tem condições de seguir a sua carreira, afinal os seus problemas de saúde podem ser contornados. Mas admitiu que aconselhou Washington a parar no final do ano. “Eu não vejo nenhum motivo para ele parar de fazer esporte pela parte cardíaca. A glicemia, bem controlada – e muitos profissionais sabem conduzir isso – não impede a prática do futebol”, disse Constantino Constantini em entrevista ao Sportv. “Mas, como conselheiro, disse que com 35 anos ele poderia sair pela porta da frente do esporte e da vida. Ele me disse que queria jogar um ano a mais. Só questionei se ele teria estrutura psicológica para ser reserva do Fred. Ganhar um quarto do que ganha o Fred para ser um suplente de luxo”, acrescentou. Segundo o médico, Washington estava decidido a jogar por mais um ano para ajudar o Fluminense a ser campeão da Copa Libertadores da América. Ele rechaçou todas as informações de que seria o “culpado” pela decisão da aposentadoria e, quando questionado sobre uma possível decisão tomada pelo departamento médico do Fluminense, desconversou. “Eu não sei o que pensa o novo corpo clínico do Fluminense. Sei que Washington tem condições de jogar. Só não sei se vale a pena ele se desgastar. Disseram que ele não poderia jogar por problema de saúde, e isso não é verídico da minha parte”, disse. Washington encerra a carreira com o título do Campeonato Brasileiro. O seu contrato com o Fluminense terminou no fim de 2010. Mas ele desistiu de assinar um novo compromisso.

Fonte: ESPN Brasil

Amigos, este é um texto muito sério. Quem aí já leu “1984″, espetacular escrito de George Orwell? No livro, vive-se uma história do futuro, na qual o governo tem absoluto controle sobre a população. Em certo ponto, a própria história do mundo é “alterada”, através de modificações das notícias antigas dos jornais.
Ainda bem que é apenas uma história de ficção científica. Uma coisa dessas jamais aconteceria no mundo real. Certo?
Infelizmente não. Parece que tem gente na CBF (ex-CBD) que leu “1984″ e se inspirou no livro.
A seguir, estão provas de “alteração” da história. Finalmente, a explicação de como os Campeonatos Brasileiros de 1967 a 1970 foram “apagados” da história.
Logo após o Campeonato Brasileiro de 1972, a CBD divulgou o seu boletim anual. Em uma das páginas, está o “Progresso do Campeonato Nacional”. A tabela contém uma linha por cada ano, começando em… 1967. Está abaixo a página escaneada (clique na figura se quiser aumentá-la):
Por que será que as listas atuais começam o Campeonato em 1971? Em algum ponto da década de 70, a CBD resolveu apagar sua história? PIOR: nossa imprensa limpíssima foi conivente com isso? Que feio…
Parece que, nos próximos dias, a CBF fará um pronunciamento sobre o assunto. Eis rara oportunidade de corrigir um grave erro do passado.
Este post devo ao honros0 Tricolor Alexandre Berwanger com Fonte em  Jornaleiros

Peter Siemsen

Após um dia inteiro de eleição, o Fluminense conheceu na noite desta terça feira seu novo presidente, Peter Siemsen. Antes mesmo do fim do pleito, o até então candidato chegou para registrar seu voto, por volta das 20h. Quatro horas depois, o resultado final das eleições foi divulgado pelo Ministério Público: 2598 pessoas participaram do pleito, Peter Siemsen foi eleito com 1.726 votos, contra 891 de Julio Bueno. Trinta e sete pessoas anularam seus votos e quatro votaram em branco. O novo presidente comemorou com seus eleitores a vitória em uma eleição democrática promovida pelo clube. Por conta de diferença de votos de um candidato para outro, todos os 200 conselheiros que são escolhidos por eleição serão da chapa vencedora de Peter.

Peter declarou em seu primeiro discurso como presidente do Fluminense, com exclusividade para o Site Oficial, que suas maiores intenções a frente do clube são explorar de maneira expressiva o marketing do clube e a construção de um CT para o futebol profissional. O novo presidente falou ainda da emoção em poder chegar ao cargo maior do clube de coração.

- Meu foco principal é trabalhar a parte financeira, usando o marketing do clube de maneira expressiva. Temos o grande sonho de chegar à construção de um centro de treinamento para o futebol profissional. Só posso dizer que estou muito feliz, animado e empolgado em ter a chance de poder ajudar o Fluminense neste momento tão importante para o clube. É muito bom ver a torcida cantando e vibrando neste momento. Meu coração está batendo forte agora, mas a grande ansiedade mesmo é para domingo- declarou o novo presidente do Fluminense.

Conheça um pouco mais sobre Peter Siemsen

Peter Eduardo Siemsen, 43 anos, advogado e tricolor, o novo presidente do Fluminense já havia prestado serviços de consultoria para o departamento jurídico do clube em breves períodos, nos anos de 1998, 2002 e 2003 ocupou o cargo de vice-presidente jurídico.

Fonte: Fluminense F.C.

Alex, em sua passagem pelo Rubro-Negro em 2002

 

A diretoria rubro-negra jura de pés juntos que somente começará a buscar nomes no mercado depois de terminado o Brasileiro. Entretanto, após a declaração da presidente Patricia Amorim de que o clube procura um camisa 10 para 2011, surgem algumas opções.

Até então, o nome mais citado na Gávea é o de Alex, do Fenerbahçe (TUR). A favor dele, a estreita ligação com Vanderlei Luxemburgo, com quem conquistou a Tríplice Coroa pelo Cruzeiro, em 2003.

Luxemburgo, inclusive, não se cansa de dizer que o jogador foi um dos melhores com quem trabalhou e que Alex é o atleta de maior consciência tática que conheceu.

Por outro lado, pesa contra o jogador o alto investimento, principalmente pelo fato de ele já estar com 33 anos. Além disso, Alex passou pelo Flamengo e deixou a Gávea, em 2000, reclamando de salários atrasados e da falta de estrutura. A atitude do jogador irritou influentes dirigentes, que não gostariam mais de ver o apoiador vestindo a camisa do Rubro-Negro.

Fonte: Lancenet

“O mamma mamma mamma, você sabe porque eu vencer o corazon? Vi Maradona, vi Maradona! Oh mãe, eu estou apaixonado. ” Eles viram e cantaram e dançaram para ele durante sete anos. Diego. Para o Pibe de Oro. Para “Maradona é melhor” e Pelé “. Eles viram tudo, então chorei. Diego vira cinquenta hoje. Mamma mia, como o tempo passa. Cinqüenta anos de esplendor e de excesso. De metas dribles e imaginação, gênio, e alegria. Coração, amor e dor.

primeiro homem – Diego é um conto de fadas. Ele nasceu às 7:05 no domingo, dia em que todos jogam futebol. Chitoro Tota e são muito pobres, vivendo em um lugar ruim, dentro de um barraco de madeira e folha chamado Villa Fiorito. Eles já têm cinco filhos, Diego é o primeiro macho. Depois há o Hugo eo Lalo. Diego Pelusa chamá-lo imediatamente, pois ele já tem a cabeça cheia de cabelos. Nascido e jogar futebol, é um predestinado, “hijo de Dios”, o filho de Deus Eles dizem que a televisão chegou em Villa Fiorito, uma planície de lama e água, o dia-a-caso. Diego tinha 11 anos. O comentador disse Diego: Deixe-me ver quantos comícios você pode fazer. Diego começou a driblar com uma bola de borracha, e chegou a duas centenas de comícios. E o comentarista, um comentarista de popa, disse: alt, parar a fita está acabado. Então, dizer ao homem na televisão, disse, com ele tocando a bola.

estréia – A música de a bola ultrapassar a paranaense Diego Armando Maradona, os mares e oceanos e montanhas. Diego fez sua estréia com o Argentinos Juniors em 15 anos, 11 meses e 20 dias, um túnel é rude com seu marcador, Juan Domingo Cabrera, e um jornal escreve: “Surpreendentemente, habilidoso e inteligente”. Ele rapidamente se tornou uma estrela pequena, “mas grande”, “Pibe de Oro”, “divino”. Ir para o Boca Juniors e na Europa, em Barcelona. Quando se trata de o barco, “Don Balon” manchete: “. Boom Maradona 15.000 milhões executados falar, e pontuação” Ele encanta, mas a Espanha não o ama. Um jogador basco Andoni Goicoechea, quebrando o tornozelo esquerdo. Duas horas de operação, alguns parafusos e pé, da esquerda mágica, reconstruída. Goicoechea suspensão de 18 dias.

La celebre mano de Dios al Mondiale 1986. Ansa
A famosa mão-de Dios na Copa do Mundo de 1986. Punho

Itália – Em Nápoles e Antonio Juliano Corrado Ferlaino o tribunal e pode levá-lo. Ele vai dizer uma figura louca, mais de 13 bilhões de liras para um pequeno rei, triste e massacrados. Mas também: a loucura, a bela e brilhante. Quinta-feira, 5 de julho de 1984, às 18:31, Fuorigrotta. “Boa noite NapolitanoEstou muito feliz de estar aqui com você “, diz Diego Armando Maradona e dribles na grande São Paulo. Ecoa a voz de sete alto-falantes. Actualmente, existem 70 mil torcedores, o ingresso de mil libras. Tem calças compridas . vestia um traje cinza e lenço azul Calcia forte ea bola vai para o céu Então ele diz:. “Em Barcelona eu estava na cadeia. Nápoles vai ser a minha cidade. “Começa a novela daquela noite, amarga existência de ouro, o homem e seu número. Ten. Napoli é a sua cidade e ele se torna Maradonapoli, mostra de espetáculos. Diego, entre Nápoles e o mundo, vence tudo. Campeonato Mundial, três campeonatos, um com o Boca, duas sob o Vesúvio. A Copa da Uefa, duas Super Copas e duas taças nacionais com o Barcelona e Napoli. artilheiro ganha seis vezes, cinco na Argentina e uma no Itália. Ele não ganhou uma Bola de Ouro porque naquele tempo o não-europeu não podia vencê-lo. dar a ele em 1995 para sua carreira.

Diego e il San Paolo: amore vero. Ansa
Diego e San Paolo: o verdadeiro amor. Punho

excessos – Em Nápoles, ele vive com a sua corte. Muitos dirão: como um rei menino de rua e caprichoso. Reverenciado e amado, grande jogador, bola do extraterrestre. Artista, rebelde, pecador. Um campeão que perdeu nas profundezas escuras da droga. Um seu amigo, Salvatore Bagni, relata:… “Com a gente foi só o Diego Nápoles nunca houve pesagem sua superioridade Ele nunca disse, gente, dá-me a bola eu acho Não olhe para si mesmo , e pensei que ele era generoso para com a equipe. Era um companheiro perfeito. ” Em seguida, a cocaína, drama, raiva, voo, o fim. Também a partir do testemunho de Banheiros: “Ele caiu nas drogas por um período de vida muito feliz Jogado por Deus, campeão do mundo, de Nápoles a seus pés, tinha todo o dinheiro que ele queria que Ele se permitiu vencer este momento de embriaguez.. ouro. Tentei argumentar com ele, mas falando com ele naquele momento foi muito cansativo e difícil. ” Diego cai e se levanta e cai novamente. Grasso, destruídos. Desnecessário Kadhafi e Fidel Castro, Lourdes e Jerusalém. Jogue fora a sua vida e outras vidas. Você perde, você perde com falsos amigos, afundando na pobreza. Ele estava prestes a morrer, está de volta em um banco, levou-o, mas também na Argentina.

renascimento – Agora ele está fora, ao que parece, tudo. Diego é Diego. Muito, muito. Para melhor ou para pior. Ele disse: “Yo siempre fue ganador. Eu sempre ganho. Ele também disse: “Eu sou a mão de Deus.” Fechamos com um de seus filmes: “A mão de Deus” por Marco Risi. Diego disse a mulher de um juiz: “Eu dei alegria a tantas pessoas.” Ela disse: “Mas ele tinha que tomar um pouco de” per se.

Fonte: La Gazzetta Dello Sport

Com o sinal de venda

Nos últimos dias, um membro do Conselho de Administração da Racing garantiu Olé eles vão em busca de “um campeão que é líder.” A única coisa é levar lá para vender, e eles pensam. Recusando-se a parte, com Matías Martínez, os defensores que podem imigrar são Aveldaño Marcos Cáceres e Lucas.

Apesar disso, a idéia de que o Paraguai deixará o clube não é apenas a liderança. “O ciclo é completado em Racing. O contrato tem uma cláusula de rescisão e, se houver uma oferta se não houver dinheiro está indo. ” Onde? Ainda não revelados, mas a ideia europeia, está sempre presente.

Marcos chegou ao Racing em 2007 e tem desempenhado, até agora 70 jogos. Em todos os marcou duas vezes. O primeiro San Martín de Tucumán eo último é o mais lembrado, o que deu a vitória para a Academia contra o Boca em La Bombonera.

Fonte: Olé

O atacante Fred, que se recupera de lesão na panturrilha esquerda, passará por um exame neste sábado. A intenção do departamento do médico do Fluminense é analisar o equilíbrio, a força e a potência do local machucado e, caso o resultado seja satisfatório, o jogador pode ser liberado para trabalhos físicos na segunda-feira. O objetivo é promover o retorno do artilheiro no clássico contra o Vasco, dia 14 de novembro.

Na quarta-feira, o líder Fluminense tem um desafio importante contra o Internacional, no Beira-Rio. Havia a expectativa de que Fred pudesse retornar nesta partida, mas a possibilidade está descartada. Os fisioterapeutas do clube, que vão acompanhar o jogador de perto na parte final da recuperação, agem com cautela para evitar nova frustração.

Clinicamente recuperado de um estiramento na panturrilha, o atacante voltou à equipe contra o Santos, no dia 6 de outubro. Após poucos minutos no gramado, ele voltou a sentir dores no local e, apesar de ter permanecido em campo até o fim do jogo, teve de ser afastado da equipe mais uma vez.

Deco e Emerson

Muricy Ramalho considera que o quarteto ofensivo ideal do Fluminense é composto por Conca, Deco, Fred e Emerson. No entanto, o treinador nunca conseguiu escalá-los juntos e, neste momento, apenas o argentino está à disposição.

Assim como Fred, Deco (problema na coxa) e Emerson (com lesão no tornozelo) estão entregues ao departamento médico, que considera satisfatória a evolução de ambos, mas ainda não faz previsões exatas quanto a um possível retorno.

Levando em conta as previsões iniciais, o atacante deve ficar mais dez dias em recuperação, enquanto o apoiador já deveria ter retornado.

Fonte: ESPN Brasil

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