Categoria: F1


De olho na recuperação do prestígio e da velocidade após um péssimo 2010, Felipe Massa avisou que vai entrar com tudo na próxima temporada da Fórmula 1. Em evento da Ferrari realizado em uma estação de esqui na Itália, o brasileiro se mostrou bastante otimista para o ano que está começando. “Estou preparado para lutar contra qualquer um”, comentou o vice-campeão da temporada 2008, que não esconde um desejo especial de ter seu companheiro de equipe, Fernando Alonso, como principal rival na luta pelo título do próximo campeonato. “Seria o melhor, pois isso significaria que a Ferrari tem o melhor carro. Eu adoraria”, confessou.

Massa também teve que responder perguntas sobre a liberação das ordens de equipe na categoria – no GP da Alemanha do ano passado, o brasileiro teve uma atitude polêmica ao ceder a vitória para Alonso, que estava em melhor situação no campeonato.

“O importante da normativa é que ela está clara. Não muda nada. Vou tentar como sempre conseguir o maior número de vitórias desde o início do campeonato até o final. Assim eu fiz no ano passado. Havia dois títulos em jogo e eram importantes todos os pontos”, justificou.

O paulista também negou se sentir sob pressão, especialmente após cobranças públicas do chefe da escuderia, Stefano Domenicali.

“Desde que eu cheguei aqui, cada ano tem sido decisivo e sempre existiu a mesma pressão. O importante são os resultados e não ficar pensando que eu fui mal em 2010. Creio que com todos essas mudanças na Fórmula 1 aquela situação não vai se repetir e sem sinto muito motivado”, garantiu.

Na última temporada, Massa teve um especial problema com o aquecimento de pneus, terminando assim o campeonato na sexta colocação, bem atrás de Alonso, o segundo colocado.

Fonte: ESPN Brasil

 

A permanência de Rubens Barrichello na Williams em 2011 não está garantida como se acreditava. O brasileiro ainda pode ser o piloto preterido na escolha de Frank Williams caso a equipe fique sem seus patrocinadores para a próxima temporada da Fórmula 1 – situação que até então parecia ameaçar somente seu companheiro, o alemão Nico Hulkenberg.

A Williams estuda substituir um de seus pilotos pelo venezuelano Pastor Maldonado, que conseguiria um patrocínio de US$ 15 milhões, vindos da petrolífera estatal PDVSA. Ainda que a dupla atual esteja sendo aprovada, ele já tem teste marcado para o mês que vem.

As informações foram publicadas pela revista alemã Auto Motor und Sport, nesta sexta-feira, um dia depois de Barrichello admitir que ainda está em fase de negociação com a escuderia.

“Tenho feito um trabalho grande e intenso para o carro do ano que vem e espero ficar na Williams”, disse o brasileiro, em entrevista a agência Reuters, antes de ser questionado em que pé andavam as conversas. “Isso é uma coisa a ser perguntada para a Williams”.

No final de semana do Grande Prêmio da Coreia do Sul, Patrick Head fez elogios a Hulkenberg – que soma 18 pontos na temporada, contra 47 de Barrichello. O chefe de engenharia da Williams disse que o alemão de 23 anos já demonstrou que tem capacidade para continuar no time.

Fonte: Gazeta Esportiva

O Atlético-PR venceu o Flamengo por 1 a 0 neste domingo, na Arena da Baixada, pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o time de Curitiba chegou aos 17 pontos, subiu duas posições, pelo menos, e deixou a zona de rebaixamento – o clube ocupava a 17ª posição no início da jornada. Já a equipe carioca permaneceu com 20 pontos, no meio da tabela.

O gol da vitória atleticana foi marcado já no final do jogo, aos 37 minutos do segundo tempo. Após escanteio cobrado no lado esquerdo do ataque paranaense na primeira trave, o zagueiro Manoel se antecipou aos rivais e cabeceou para as redes do clube da Gávea, que nunca venceu na Arena da Baixada (foram oito derrotas e dois empates desde 1999, ano da inauguração do estádio).
Na próxima rodada, o Atlético-PR visita o Grêmio Prudente no interior paulista, enquanto o Flamengo recebe o Atlético-MG, no Maracanã.

Na próxima rodada, o Atlético-PR visita o Grêmio Prudente no interior paulista, enquanto o Flamengo recebe o Atlético-MG, no Maracanã.

Fonte: ESPN Brasil

Não é preciso ir muito longe na história da Fórmula 1 para observar exemplos de jogo de equipe da Ferrari. Exemplos que tornam o GP da Alemanha deste ano apenas mais um na lista de polêmicas da escuderia italiana.

O mais emblemático dos casos aconteceu em maio de 2002, no GP da Áustria. Depois de liderar toda a prova e dominar o fim de semana, Rubens Barrichello foi obrigado a abrir passagem para Michael Schumacher. Na última reta da última volta o brasileiro freou para a vitória do alemão.
Aquele episódio deu início a uma série de medidas da Federação Internacional de Automobilismo (FIA). Uma delas, a de liberar a comunicação de rádio entre pilotos e equipes, foi usada estrategicamente pela transmissão neste domingo.

A FOM – responsável pela geração das imagens – poderia ter escondido as gravações de conversas de rádio, mas fez questão de mostrar a reclamação de Fernando Alonso e o diálogo do engenheiro Rob Smedley com Felipe Massa, que levou o brasileiro a abrir passagem para o companheiro.

Diante das evidências, a FIA pode punir a escuderia italiana por ter feito jogo de equipe. É difícil, contudo, prever qual seria a sanção à equipe, já que não há um precedente. Desde o GP da Áustria de 2002, jamais houve caso tão claro de troca de posições na Fórmula 1.

1.º – Fernando Alonso (ESP/Ferrari), 67 voltas em 1h28min38s866
2.º – Felipe Massa (BRA/Ferrari), a 4s196
3.º – Sebastian Vettel (ALE/Red Bull), a 5s121
4.º – Lewis Hamilton (ING/McLaren), a 26s896
5.º – Jenson Button (ING/McLaren), a 29s482
6º – Mark Webber (AUS/Red Bull), a 43s606
7.º – Robert Kubica (POL/Renault), a 1 volta
8.º – Nico Rosberg (ALE/Mercedes) a 1 volta
9.º – Michael Schumacher (ALE/Mercedes), a 1 volta
10.º – Vitaly Petrov (RUS/Renault), a 1 volta
11.º – Kamui Kobayashi (JAP/Sauber), a 1 volta
12.º – Rubens Barrichello (BRA/Williams), a 1 volta
13.º – Nico Hulkenberg (ALE/Williams), a 1 volta
14.º – Pedro De la Rosa (ESP/Sauber), a 1 volta
15.º – Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso), a 1 volta
16.º – Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India), a 2 voltas
17.º – Adrian Sutil (ALE/Force India), a 2 voltas
18.º – Timo Glock (ALE/Virgin), a 3 voltas
19.º – Bruno Senna (BRA/Hispania), a 4 voltas

Abandonos:

Heikki Kovalainen (FIN/Lotus), volta 58
Lucas Di Grassi (BRA/Virgin), volta 51
Sakon Yamamoto (JAP/Hispania), volta 20
Jarno Trulli (ITA/Lotus), volta 4
Sebastien Buemi (SUI/Toro Rosso), volta 2

Fonte: ESPN Brasil

Bruno testa a Honda

Duas semanas depois do encerramento da temporada com o GP do Brasil, em Interlagos, a Fórmula 1 já começa a preparação para 2009. Nesta segunda, os testes coletivos terão como grande novidade o brasileiro Bruno Senna no cockpit de um Honda, no circuito da Catalunha, em Barcelona.

Vice-campeão da GP2, Bruno Senna andará no período da tarde com o modelo RA108 de 2008, mas já adaptado à aerodinâmica do carro de 2009, com pneus Bridgestone slick, que substituirão os com ranhura.

O inglês Jenson Button e o austríaco Alexander Wurz desenvolverão a parte principal dos testes, que serão encerrados na quarta. Bruno Senna ainda voltará ao cockpit no último dia, quando treinará junto com Button.

Terceiro colocado na GP2, o brasileiro Lucas di Grassi também será avaliado pela equipe japonesa. Rubens Barrichello, que também disputa um lugar na Honda, sequer participará dos testes.

O programa da Honda em Barcelona:

Segunda-feira
Alexander Wurz
Lucas di Grassi (manhã)
Bruno Senna (tarde)

Terça-feira
Jenson Button
Lucas di Grassi

Quarta-feira
Jenson Button
Bruno Senna

Fonte: ESPN Brasil

Deus sabe o que faz

Depois da prova, quando perdeu o título na última curva de Interlagos, com a ultrapassagem do inglês Lewis Hamilton sobre o alemão Timo Glock, o brasileiro Felipe Massa fez questão de cumprimentar a equipe da Ferrari e o novo campeão mundial.

“Como Kimi (Raikkonen) falou, fizemos tudo perfeito. Infelizmente, não foi o suficiente. Mas correr é assim. Ao longo da temporada, tivemos alguns altos e baixos. Mesmo assim, realizamos um trabalho excelente. Às vezes, as coisas são diferentes do que queremos. No entanto, todos devem ficar muito orgulhosos com o título de Construtores. Também devemos dar os parabéns a Hamilton, que conseguiu somar mais pontos. Sei perder e ganhar. Estou muito orgulhoso. Saí da pista com a cabeça erguida”, disse Massa.

Para o vice-campeão mundial, o final do GP do Brasil foi inacreditável.

“Acho que foi um dia emocionante, especial, onde muitas coisas aconteceram de uma vez. Elas mudaram a nosso favor e na última curva ficaram contra. É inacreditável, mas isso é esporte. Vencemos a corrida, que era o máximo que poderíamos ter feito, e ganhamos o Mundial de Construtores. Temos de comemorar. Deus sabe o que faz. Posso dizer que sou um cara orgulhoso por tudo o que aconteceu até agora em minha carreira”, afirmou Massa.

O diretor comercial da Fórmula 1, Bernie Ecclestone, confirmou nesta sexta-feira que a Índia deve ser adicionada ao calendário da modalidade em 2011. Além do GP em Nova Délhi, o diretor acenou para a inclusão da Rússia nos próximos anos.

“Na Índia eu já posso dizer que o GP será adicionado ao calendário em 2011″, disse Ecclestone em entrevista ao jornal italiano La Gazzetta dello Sport. “Na Rússia, nós temos duas ou três opções abertas. A primeira é óbvia, Moscou. Mas nós não estamos no ponto ainda onde possamos falar sobre data.

No ano passado, o presidente da Associação Olímpica Indiana, Suresh Kalmadi, anunciou que tinha assinado um acordo com a Fórmula 1 para incluir Nova Délhi ao calendário de 2010, mas Ecclestone confirmou o GP da Índia apenas para o ano seguinte.

Durante o GP de Cingapura, há duas semanas, o proprietário da Force India, Vijay Mallya afirmou que o circuito em Nova Délhi estaria pronto já em 2009 e que esperava apenas a decisão de Ecclestone. Nesta semana, a Fórmula 1 também divulgou o calendário de 2009, com a inclusão do GP de Abu Dabi, nos Emirados Árabes Unidos, e a exclusão do GP do Canadá.

Fonte: ESPN Brasil

Os ares de Monte Fuji fizeram bem à escuderia dona do circuito, a Toyota. Surpreendente, o alemão Timo Glock colocou o carro da equipe local na primeira posição na abertura dos treinos livres para o Grande Prêmio do Japão. Com a marca de 1min18s383 na segunda sessão de testes realizada na madrugada de quinta para sexta-feira (horário de Brasília), Glock ainda bateu o recorde do circuito de Monte Fuji, que pertencia a Lewis Hamilton e datava do ano passado: 1min18s734.

Curiosamente, o próprio piloto inglês já havia liderado o primeiro treino com uma evolução da marca, cravando 1min18s463 para se colocar como o terceiro piloto mais rápido do dia. Entre os representantes de Toyota e McLaren apareceu Fernando Alonso, que voltou a mostrar um bom ritmo com a Renault. Vencedor do Grande Prêmio de Cingapura, o espanhol anotou 1min18s426 para superar a dupla da Ferrari, formada por Felipe Massa, quarto colocado, e Kimi Raikkonen, quinto. O grupo dos seis melhores da sexta-feira ainda ficou completo com o australiano Mark Webber, da Red Bull.

Como as duas sessões preparatórias foram bastante equilibradas, todos os 13 pilotos mais velozes marcaram tempos na casa de 1min18s. Entre os demais que estiveram nesse grupo, destaque para o japonês Kazuki Nakajima, que superou com tranqüilidade o 13º lugar de Nico Rosberg para ser o melhor representante da Williams: sétima posição para ele.

Na seqüência, ainda apareceram Sebastian Vettel, em oitavo, e respectivamente Heikki Kövalainen, que decepcionou com a McLaren, Jarno Trulli, longe do nível apresentado por Glock, e Robert Kubica, dono do 11º posto a bordo da BMW – a escuderia alemã foi uma decepção do início dos trabalhos, uma vez que Nick Heidfeld foi o penúltimo colocado.

Os demais brasileiros que foram à pista colecionaram desempenhos razoáveis. Vendo Alonso à distância de dez postos, Nelsinho Piquet ficou com a 12ª colocação, mas pelo menos o seu tempo não esteve tão abaixo do dos líderes (1min18s888). Em 15º apareceu Rubens Barrichello, que com a marca de 1min19s258 bateu seu parceiro de Honda Jenson Button, que largaria no último lugar caso os testes servissem para definir o grid de largada.

Confira os tempos combinados da abertura de treinos livres no Japão:

1. Timo Glock (JAP/Toyota) – 1min18s383
2. Fernando Alonso (ESP/Renault) – 1min18s426
3. Lewis Hamilton (ING/McLaren) – 1min18s463
4. Felipe Massa (BRA/Ferrari) – 1min18s491
5. Kimi Räikkönen (FIN/Ferrari) – 1min18s725
6. Mark Webber (AUS/Red Bull) – 1min18s734
7. Kazuki Nakajima (JAP/Williams) – 1min18s734
8. Sebastian Vettel (ALE/Toro Rosso) – 1min18s761
9. Heikki Kövalainen (FIN/McLaren) – 1min18s803
10. Jarno Trulli (ITA/Toyota) – 1min18s863
11. Robert Kubica (POL/BMW) – 1min18s865
12. Nelsinho Piquet (BRA/Renault) – 1min18s888
13. Nico Rosberg (ALE/Williams) – 1min18s891
14. Sebastien Bourdais (FRA/Toro Rosso) – 1min19s040
15. Rubens Barrichello (BRA/Honda) – 1min19s258
16. Adrian Sutil (ALE/Force India) – 1min19s287
17. David Coulthard (ESC/Red Bull) – 1min19s327
18. Giancarlo Fisichella (ITA/Force India) – 1min19s482
19. Nick Heidfeld (ALE/BMW) – 1mi19s894
20. Jenson Button (ING/Honda) – 1min19s999

LEIA MAIS: Massa diz que tráfego o impediu de melhorar quarta posição

Fonte: Gazeta Esportiva

A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) rejeitou nesta terça-feira a apelação da Mclaren contra a punição imposta ao piloto inglês Lewis Hamilton no Grande Prêmio da Bélgica. O Tribunal de Apelação da entidade analisou o caso e informou que “após ter ouvido as explicações das partes, a apelação é inadmissível”.

Hamilton chegou em primeiro lugar na prova disputada em sete de setembro, mas pouco depois foi punido pelos comissários com o acréscimo de 25 segundos em seu tempo. O motivo seria o fato de o inglês ter usado a área de escape para ganhar vantagem durante a briga por posição com o finlandês Kimi Raikkonen, da Ferrari.

Desta forma, a vitória ficou com o brasileiro Felipe Massa, também da escuderia italiana, que havia cruzado a linha de chegada em segundo.

Faltando quatro provas para o fim do campeonato, Hamilton lidera o Mundial de pilotos com 78 pontos, um mais que Massa.

Fonte: ESPN Brasil

Martin Whitmarsh, chefe da McLaren, permanecia impassível enquanto os mecânicos instalavam faróis de rali em um dos carros da equipe na véspera do Grande Prêmio de Cingapura no próximo final de semana. “Cingapura é um evento novo para nós”, explicou o executivo-chefe, naquilo que a equipe descreveu espirituosamente como um vídeo ‘iluminado’ em seu site oficial.Isolamento para manter o foco no trabalho

Uma preocupação maior são os faxineiros e as camareiras dos hotéis. Com os treinos classificatórios de sábado começando às 22h (horário local) e a corrida propriamente às 20h, as equipes vão estar no fuso europeu.

‘Auge da tarde’ terá de ser superado

“Basicamente, não podemos nos adaptar ao horário local, que é totalmente diferente da maneira como normalmente trabalhamos”, afirmou Lewis Hamilton, piloto da McLaren e líder do campeonato.

“Estamos nos esforçando muito e com sorte o pessoal da aerodinâmica vai gostar”, concluiu ele, com um traço de sorriso entregando a brincadeira à medida que a câmera se movia para mostrar a curiosa alteração no carro da equipe. Ao contrário dos carros das 24 horas de Le Mans, os modelos da F-1 não têm faróis e nunca terão.

A estréia de Cingapura no calendário da F-1, com o primeiro GP noturno da categoria, forçou as equipes a reavaliarem a maneira como trabalham. Mas iluminação é o menor dos problemas, já que 1.500 refletores vão iluminar as ruas com intensidade suficiente para os altos padrões de transmissão das tevês de alta definição, quatro vezes mais intensa que as de um estádio comum.

“Espero ansioso pelo desafio, mas a verdade é que a pista vai estar totalmente visível”, disse David Coulthard, da Red Bull.

“Essa coisa da corrida noturna deve ser mais interessante para a mídia e os torcedores sentados nas arquibancadas. Quando dirigimos no túnel em Mônaco, não saímos e dizemos aos nossos engenheiros ‘ai meu Deus, a volta é linda a não ser pelo túnel, porque é só mais um pedaço do circuito’”, continuou o escocês.

 

Isso significa ir para a cama nas primeiras horas da manhã e ali ficar até a tarde, quando tomarão o café da manhã. “Ir para cama tarde e levantar tarde é fácil”, disse o piloto alemão Nick Heidfeld, da BMW-Sauber, a repórteres no GP da Itália.

O problema será as pessoas trabalhando ao seu redor. A solução encontrada foi separar um andar do hotel para as equipes, sob ordens de manter longe o pessoal da limpeza.

“Com nossos programas de treinamento, em um fim de semana de corrida estamos no auge de nosso desempenho à tarde, e por isso vamos permanecer no horário europeu para não afetar isso.”

A chuva pode trazer outros problemas: os pilotos se preocupam com o clarão das luzes e os reflexos da água parada. Muitas preocupações já foram solucionadas, já que os engenheiros e especialistas em logística visitaram Cingapura em julho para testar a iluminação.

Alguns pilotos, como Coulthard, tem experiência com corridas noturnas por terem participado das 24 horas de Le Mans. Outros, como o campeão da Ferrari e conhecido farrista Kimi Raikkonen, são corujões assumidos.

“Acho que Kimi deve se sair bem”, brincou o diretor técnico da Red Bull, Adrian Newey, que trabalhou com o finlandês na McLaren. “Ele está acostumado a trabalhar no escuro.”

 Fonte: ESPN Brasil

Blog no WordPress.com. | Tema: Motion até volcanic.
Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.