Agassi admite doping em 97

Outubro 28, 2009

 
 
O norte-americano Andre Agassi, ex-número um do tênis mundial, consumiu em 1997 a droga sintética metanfetamina, mais conhecida como “crystal meth”, como confessa na autobiografia “Open”, que sairá à venda nos Estados Unidos em 9 de novembro.
 

O jornal britânico “The Times” deve publicar uma série completa do livro, mas nesta terça-feira já foi possível conhecer através da imprensa norte-americana parte das confissões de Agassi, que conta como se dopou e evitou ser punido pela ATP.

Em 1997, Agassi passava por um mau momento na carreira e estava em dúvidas entre se casar ou não com a atriz Brooke Shields. Seu assistente, identificado como Slim, foi quem o apresentou à droga, de acordo com extratos do livro divulgados pela imprensa americana.

Agassi acabou aceitando consumir a substância proibida para chegar ao estado de ânimo que Slim tinha prometido que alcançaria. “Slim pôs um pequeno monte de pó na mesa de café, fez uma linha e a aspirou pelo nariz. Cortou de novo e eu fiz o mesmo”, confessa Agassi no livro.

Tempos mais tarde, segundo o “Times”, Agassi recebeu uma ligação de um médico que trabalhava para a ATP e que dizia que o tenista tinha sido pego no exame antidoping. “Dias mais tarde me sentei em uma cadeira com um bloco de folhas de papel e escrevi uma carta à ATP. Estava cheia de mentiras, misturadas com meias verdades”, conta o tenista, que culpou Slim por tudo que tinha acontecido.

A ATP acreditou na versão de Agassi e decidiu retirar a investigação e abafar o caso. Porém, não conseguiu impedir que no mundo do tênis surgisse o rumor de que o americano havia consumido substâncias proibidas.

O técnico da seleção brasileira, Dunga, convocou nesta terça-feira a equipe para os amistosos contra Inglaterra, no dia 14 de novembro, e Omã, no dia 17, os últimos jogos da equipe em 2009. As principais novidades entre os convocados pelo treinador são Fábio Aurélio (Liverpool), Michel Bastos (Lyon), Hulk (Porto) e Carlos Eduardo (Hoffenheim). Revelado pelo Vitória, o atacante do Porto, de 23 anos, vem sendo um dos principais destaques do time nas últimas temporadas.

Como já havia sinalizado, o comandante da seleção brasileira “poupou” os clubes que estão disputando a reta final do campeonato nacional. Adriano, do Flamengo, Diego Tardelli, do Atlético-MG, Diego Souza, do Palmeiras, e Hernanes, do São Paulo, eram inicialmente cotados e poderiam desfalcar suas equipes nas últimas rodadas.   

Outra novidade ficou por conta do lateral esquerdo Fábio Aurélio, do Liverpool, que não ganhou muitas chances até hoje na seleção de Dunga. A posição é considerada uma das mais problemáticas da equipe – André Santos, do Fenerbahce, da Turquia, ganhou espaço depois da Copa das Confederações, mas não foi convocado desta vez. Kléber, do Internacional, perdeu um lugar que antes era quase “cativo” na preferência do treinador, e a vaga foi preenchida por Michel Bastos.

No gol, Doni, da Roma, voltou a ser chamado para a reserva de Júlio César, da Internazionale de Milão, titular absoluto do técnico Dunga. O meia Alex, do Spartak Moscou, também apareceu entre os chamados para o meio-de-campo. Na frente, além dos já “carimbados” Luís Fabiano e Robinho, Dunga chamou Nilmar, do Villarreal – que foi bem nos jogos contra Bolívia e Venezuela pelas Eliminatórias Sul-americanas para a Copa do Mundo de 2010 -, além das surpresas Hulk e Carlos Eduardo.

A apresentação da seleção brasileira está programada para o próximo dia 11 de novembro, no Rio de Janeiro.

A lista:

Goleiros
Júlio César (Inter de Milão)
Doni (Roma)

Laterais
Maicon (Inter de Milão)
Daniel Alves (Barcelona)
Fábio Aurélio (Liverpool)
Michel Bastos (Lyon)

Zagueiros
Naldo (Werder Bremen)
Luisão (Benfica)
Juan (Roma)
Lúcio (Inter de Milão)

Volantes
Elano (Galatasaray)
Felipe Melo (Juventus)
Gilberto Silva (Panathinaikos)
Josué (Wolfsburg)
Lucas (Liverpool)

Meias
Ramires (Benfica)
Alex (Spartak Moscou)
Kaká (Real Madrid)
Julio Baptista (Roma)

Atacantes
Robinho (Manchester City)
Luis Fabiano (Sevilla)
Nilmar (Villarreal)
Carlos Eduardo (Hoffenheim)
Hulk (Porto)

Fonte: ESPN Brasil

O técnico Carlos Alberto Parreira foi confirmado como o novo técnico da África do Sul na tarde desta sexta-feira, conforme já havia a diantado pela manhã a revista do país “Kick Off”. No entanto, o acerto não foi fácil, e foram necessárias cinco horas de negociações para que se chegasse ao acordo, diz o site da publicação.
Parreira, que  na quinta já tinha declarado ter interesse em treinar a África do Sul, voltará ao comando da seleção para suceder outro brasileiro, Joel Santana, demitido nesta semana. A decisão da Federação Sul-Africana de Futebol (Safa) foi tomada após uma longa reunião do comitê de direção da entidade no aeroporto internacional de Johanesburgo.

O brasileiro comandou os Bafana-bafana entre janeiro de 2007 e abril de 2008, quando retornou ao Brasil por questões pessoais e foi substituído pelo próprio Joel. O técnico terá agora pouco mais de meio ano para preparar a seleção anfitriã para a estreia na Copa do Mundo de 2010, prevista para 11 de junho em Johanesburgo.

A reestreia de Parreira deve acontecer em uma das duas últimas partidas dos sul-africanos este ano, em novembro, em casa, contra Jamaica e Japão. Enquanto Parreira não chega à África do Sul, serão mantidos no comando os auxiliares de Joel, Jairo Leal e Pitso Mosimane, que assumiram temporariamente a seleção.

Fonte: ESPN Brasil

Bellucci em semi inédita

Outubro 23, 2009

Perguntado antes das quartas de final do ATP 250 de Estocolmo sobre seu próximo adversário, o sueco Joachim Johansson, Thomaz Bellucci não teve dúvidas em defini-lo como um “kamikaze”. Mas, com 18 aces e 88% de pontos ganhos a partir do encaixe do primeiro saque, foi o brasileiro quem justificou o apelido nesta sexta-feira, quando frustrou a torcida local ao aplicar 7/6 (7-4) e 6/3 e chegar pela primeira vez às semifinais de um torneio de primeiro nível disputado longe do saibro.

Até esta sexta, Bellucci só havia alcançado a penúltima rodada de uma competição de piso duro uma vez, há dois anos, em Campos do Jordão. Porém, aquela competição era um challenger, de segundo escalão no circuito profissional. Em ATPs, o tenista de 21 anos já garantiu, portanto, o melhor resultado da carreira neste piso, e irá à decisão se superar neste sábado o belga Olivier Rochus, número 87 do mundo, em embate inédito.

Para avançar mais uma rodada e ganhar apenas o quarto jogo de sua carreira em uma quadra sintética e coberta – característica que deixa a bola ainda mais veloz -, o paulista superou um desafio de peso. Top 10 do ranking de entradas em 2005, Johansson só é hoje o modesto 511º colocado por causa de um problema crônico no ombro que já o fez passar por três cirurgias e abandonar a carreira. No ano passado, ele resolveu retornar à ação justamente em Estocolmo, mas desde então só se inscreveu em seis competições.

Dono de um dos saques mais poderosos do circuito, o sueco havia sido chamado até de “kamikaze” por Bellucci nesta quinta, mas um dia depois o próprio brasileiro deu aula sobre o fundamento em questão ao oponente. Com 18 aces e apenas cinco pontos perdidos quanto acertou o primeiro saque, ele controlou o rival e só cedeu um break point em todo o confronto, salvo no momento em que tinha vantagem de 4/2 no segundo set.

Do alto de seu 1,98 m, ‘Pim Pim’ Johansson, como é conhecido, também brilhou com 13 saques vencedores, mas sofreu a única quebra da partida. Foi no terceiro game da segunda parcial, em um vacilo que custaria a partida ao sueco. Mesmo enfrentando a pressão da torcida na quadra central de Estocolmo, o canarinho controlou os nervos e fechou a vitória em 1h22.

Com o resultado, Bellucci, que na última segunda apareceu de forma inédita entre os 50 melhores tenistas do planeta, ratifica seu lugar nesse grupo e já pensa em subir ainda mais. Atualmente o número 45 do ranking, ele já defendeu os pontos referentes a uma boa campanha do ano passado – havia chegado às semifinais do Challenger de Buenos Aires – e garantirá um salto de ao menos três lugares caso bata Rochus. Nas quartas, o belga eliminou o finlandês Jarkko Nieminen por 6/2, 3/6 e 6/1.

 

Dica de Filme: O Leitor

Outubro 22, 2009

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Hoje foi um dia muito importante em minha vida, tenho essa impressão. Aconteceram muitas coisas que podem ser decisivas e estou muito pensativo, um pouco triste e esperançoso.

O possível fantasma que lê essas palavras (querido leitor, não se ofenda de como o chamo, digo isso porque às vezes tenho a falsa impressão que escrevo para ninguém) deve estar se perguntando o que o relato anterir tem haver com o filme em si; e eu lhe respondo… Nada. A não ser pelo fato de não existir dia melhor para ter assistido esse filme tão marcante.

 Estou estudando sobre o nazismo no cursinho e ontem quis alugar um filme sobre o assunto. Lembreime da dica de um professor de português a respeito deste maravilhoso filme e resolvi levá-lo pensando: “Consegui um filme sobre o nazismo pra assistir”. Mas esse filme apesar de tremática nazista, é um filme sobre a vida.

 A história de Hanna Schimitz, uma ex integrante da SS analfabeta que se envolveu com um adolescente Michael Berg, que mais tarde viria a assistir o julgamento da primeira mulher de sua vida como estudante de direito (curso que pretendo fazer) vendo-a assumir mais culpa do que lhe deveria ser imposta e não podendo fazer nada para ajudá-la por uma obrigação moral com a ré é realmente impressionante, uma lição de vida. Um filme para refletir. Possivelmente o melhor da minha vida até agora.

 

Dizia-se que havia aparecido à beira-mar uma nova perso-

nagem: uma senhora com cachorrinho. Dmítri Dmítritch Gurov,

que já passara em lalta -duas semanas e habituara-se àquela

vida, começou a interessar-se também por caras novas. Sentado

no pavilhão de Verne, viu passar à beira-mar uma jovem

sennora, de mediana estatura, loura, de boina. Corria atrás dela

um lulu branco.” (A Dama do Cachorrinho – Anton Checkhov)

Sinopse

Nos anos de 1950, pouco depois do fim da Segunda Guerra Mundial, o jovem Michael Berg adoece e passa a ser cuidado por uma bela e estranha mulher, Hanna, que tem o dobro de sua idade. Michael logo se recupera, mas Hanna foi embora. Ao encontrá-la, os dois têm um breve mas intenso romance. Uma paixão cada vez maior, temperada com as leituras de obras clássicas que Hanna sempre faz para o amado. Apesar disso, Hanna misteriosamente desaparece outra vez. Passados oito anos, Michael é agora um aluno de Direito que acompanha julgamentos de crimes de guerra cometidos pelos nazistas. É nesse momento que Hanna reaparece na vida do rapaz. Mas para a surpresa dele, a mulher está no banco dos réus do Tribunal. Enquanto o passado de Hanna é revelado, Michael descobre um segredo que poderá impactar na vida de ambos.

Fonte Sinopse: Cine Menu

Christian Vieri em atuação pela Juventus no Jogo Juventus 2x0 Rosenborg - 19/03/97

Christian Vieri em atuação pela Juventus no Jogo Juventus 2x0 Rosenborg - 19/03/97

 

 

O ex-atacante da Inter de Milão, da Juventus e do Milan e da seleção italiana Christian Vieri, de 36 anos, anunciou a sua aposentadoria do futebol profissional nesta quinta-feira. “Eu não tenho vontade de jogar e nem sequer tentei atuar no exterior (fora da Itália)”, afirmou o jogador, que estava sem clube desde a temporada passada, quando defendeu a Atalanta e marcou apenas dois gols em nove partidas disputadas pelo time. Vieri fez a sua primeira temporada no futebol profissional em 1991, quando defendeu o Torino e marcou apenas um gol. Em seguida, ele atuou por oito clubes em oito temporadas seguidas, incluindo Juventus, Atlético de Madrid e Lazio. Depois da passagem pela Lazio, o jogador foi contratado pela Inter de Milão após ser negociado na então contratação mais cara da história do futebol mundial, que girou em torno de 53 milhões de dólares. Em seis temporadas pela Inter, ele marcou 103 gols em 144 jogos. Por causa de lesões, Vieri não pôde disputar a Copa do Mundo de 2006, depois de defender o país nos Mundiais de 1998 e 2002, marcando nove gols ao total nas duas edições da competição. Com a camisa da seleção italiana, Vieri fez 23 gols em 49 partidas, além de ter balançado as redes adversárias 194 vezes em 375 confrontos pelos 12 clubes em que atuou.

 Fonte: ESPN Brasil

A musa joga poker

Outubro 20, 2009

Juliana Paes gosta de Poker

Juliana Paes gosta de Poker

 

por Sérgio Prado – blogger ESPN

Em uma entrevista para o programa “Amaury Jr.”, Juliana contou que sempre recebe os amigos em casa para jogar poker. O engraçado é que depois da revelação, ela pareceu arrependida, questionando se devia revelar o “segredo”… Mas o cronista social Amaury Jr. foi rápido em afirmar que não tem que ter medo não, porque “o poker está sendo considerado esporte, inclusive pleiteando vaga em futuras Olimpíadas”.

Aí, a Juliana relaxou… Ficou mais tranquila e afirmou que também considera o poker um jogo de habilidade, “assim como o xadrez”. No final, ela ainda disse que sempre assiste os programas de poker “em uma emissora de tv a cabo”. Dou um doce para quem adivinhar qual é o canal!

Sérgio Prado