Morre Michael Jackson

Junho 26, 2009

Morre Michael Jackson. Por mais que eu não queira crer, é verdade. Impressionante, nosso primeiro impulso ao ouvir uma notícia dessa magnitude é simplesmente não crer.

Michael Jackson é uma lenda tão grande, que parece imortal; mas as pessoas morrem. Ainda que prematuramente. Não falarei aqui de carreira e essas coisas que homenageiam pessoas que morrem.

 Simplesmente quero deixar aqui minha tristeza de fã.

O espanhol Rafael Nadal anunciou nesta sexta-feira que não vai disputar o Torneio de Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada do tênis mundial. O número um do mundo não conseguiu se livrar das dores no joelho, que vêm incomodando há tempos.

Com tendinite nos dois joelhos, Nadal já havia se ausentado no ano passado da final da Copa Davis, quando a Espanha venceu a Argentina.

Curiosamente, Nadal anunciou que não jogará em Wimbledon após atuar em uma partida de exibição. “Estou muito melhor que há duas semanas, mas não me sinto preparado para disputar um torneio como Wimbledon”, afirmou.

Mais cedo, ele atuou sem problemas diante do suíço Stanislas Wawrinka e venceu a partida por 2 sets a 1, de virada, com 4-6, 7-6 (8-6) e 10 a 3 no super tie-break. O jogo foi disputado no Hurlingham Club de Londres. Ontem o espanhol havia perdido para o australiano Lleyton Hewitt por 2 sets a 0, com parciais de 6-4 e 6-3, e mostrou dificuldades de movimentação.

Nadal poderá perder a liderança do ranking mundial para Roger Federer menos de um ano depois de conquistar o posto. Ele já havia perdido por muitos pontos por cair nas oitavas-de-final de Roland Garros – era tetracampeão do Grand Slam francês. E agora perde mais dois mil por não jogar em Wimbledon.

No ranking, Nadal vai cair de 12735 para 10735 pontos. Atualmente, Federer tem 10620. O suíço foi finalista em Wimbledon no ano passado, portanto defende uma alta pontuação a partir de segunda-feira. Federer precisa ser campeão para recuperar a primeira posição na lista mundial.

 Fonte: ESPN Brasil

O Brasil precisou de um pênalti aos 45 minutos do segundo tempo para vencer o Egito por 4 a 3, nesta segunda-feira, em Bloemfontein, na estreia dos dois países no grupo B na Copa das Confederações. O triunfo garante à seleção brasileira um ano de invencibilidade: a última derrota aconteceu para o Paraguai, em 15 de junho de 2008, pelas eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo de 2010. Além disso, o time canarinho conseguiu o quinto triunfo em cinco jogos contra seleções africanas.

Assim como na partida entre Espanha e Nova Zelândia, o público ficou bem abaixo do esperado, o que já causou revolta em Joseph Blatter, presidente da Fifa.

Kaká abriu o placar com um golaço logo no início. Zidan, de cabeça, surpreendeu e fez o gol de empate aos 8 minutos do primeiro tempo. Mas Luis Fabiano virou o jogo e Juan ampliou, dois gols marcados de cabeça.

No segundo tempo, em apenas um minuto, o Brasil “dormiu”, e o Egito empatou surpreendentemente. Shawky marcou aos 9, e Zidan, aos 10. Só aos 45 minutos, com Kaká, de pênalti, o Brasil faz 4 a 3.

Todas as quatro vezes em que venceu a primeira partida nas edições passadas do torneio, o Brasil se classificou para a segunda fase. Em uma delas parou nas semifinais e nas três restantes chegou à decisão. Em 1999 e 2005, foi campeão – curiosamente, vencendo respectivamente Arábia do Sul e Grécia por 3 a 0 na abertura.

Somados os três primeiros pontos no grupo B, o Brasil aguarda a outra partida da chave nesta segunda-feira: às 15h30 (de Brasília), a Itália enfrenta os Estados Unidos, em Pretoria. Na mesma cidade, o time de Dunga encontra os norte-americanos na quinta, às 11 horas. O duelo com a Itália será apenas no domingo, com início marcado para as 15h30.

O jogo

Tão logo a partida foi iniciada o Brasil marcou o primeiro gol em Bloemfontein, com 4 minutos de bola rolando. Em jogada pelo meio, Kaká recebeu a bola na meia-lua e esbanjou genialidade ao aplicar um chapéu no primeiro marcador e, com um toque sutil, tirar o segundo zagueiro da jogada. Cra a cara com o goleiro El Hadary, o camisa 10 não vacilou e tocou rasteiro para as redes.

O gol de Kaká, porém, acabou dando moral ao Egito, que surpreendeu com uma resposta rápida. Três minutos depois, a marcação brasileira passou pro um momento de pane e praticamente assistiu a Aboutrika correr livre pela esquerda e cruzar para o meio da área. Lá apareceu Zidan, que ao menos neste momento lembrou o craque de sobrenome parecido. O egípcio ‘xará’ de Zinedine apareceu sozinho na pequena área e testou firme, sem qualquer possibilidade de defesa de Júlio César.

Rapidamente, porém, também veio o troco verde-amarelo. Elano cobrou falta na cabeça de Luís Fabiano aos 10 minutos e o Brasil retomou a vantagem. A vitória aparentemente fácil ganhou forma aos 35: sem passar por muitos apuros na defesa, a equipe pentacampeã mundial ampliou com Juan, também de cabeça. O placar marcava 3 a 1 quando o jogo foi para o intervalo.

Bastou uma alteração de Shehata e 60 segundos de desatenção da defesa brasileira para o Egito voltar para o jogo, ganhar moral e empatar. Após sacar o volante Hassan e colocar Eid como um terceiro atacante, o combinado africano conseguiu algo que há quatro anos e uma semana o Brasil não vivia: marcar três gols na seleção verde-amarela.

Um chute de fora da área do volante Shawky aos 8 minutos e mais um do algoz Zidan, concluindo jogada de contra-ataque puxado por Aboutrika, o Egito empatou o jogo por 3 a 3. Desde 8 de junho de 2005, da derrota por 3 a 1 para a Argentina em Buenos Aires pelas Eliminatórias, o Brasil não era tantas vezes vazado em uma mesma partida.

Dunga tentou responder com substituições, na tentativa de deixar o Brasil mais rápido em campo: tirou Elano, Robinho e Kléber e colocou, respectivamente, Ramires, Alexandre Pato e André Santos. O gol da vitória, porém, saiu em uma jogada de bola parada, pela direita. Daniel Alves cobrou falta na cabeça de Luís Fabiano aos 42 minutos e Muhamadi salvou a bola em cima da linha, com o braço – e fez questão de simular uma bolada sofrida no rosto.

A cena do egípcio não convenceu o árbitro Howard Webb. O inglês marcou pênalti e expulsou Muhamadi. Chance única para o Brasil, que teve seu número 10 pegando a bola para bater o tiro de 11 metros. Na cobrança, Kaká bateu forte, rasteiro, e mesmo El Hadary acertando o canto, a bola morreu nas redes.

FICHA TÉCNICA
BRASIL 4 X 3 EGITO

Local: Free State, em Bloemfontein (África do Sul)
Data: 15 de junho de 2009, segunda-feira
Horário: 11 horas (de Brasília)
Árbitro: Howard Webb (ING)
Auxiliares: Michael Mullarkey e Peter Kirkup (ambos da Inglaterra)
Cartão amarelo: Moawad (Egito)
Cartão vermelho: Muhamadi (Egito)
Gols: BRASIL – Kaká, aos 4 minutos do primeiro tempo e aos 45 do segundo (de pênalti); Luís Fabiano, aos 10; e Juan, aos 36 minutos do primeiro tempo; EGITO – Zidan, aos 7 minutos do primeiro tempo e aos 9 do segundo; Shawky, aos 8 do segundo tempo

BRASIL: Júlio César; Daniel Alves, Juan, Lúcio e Kléber (André Santos); Gilberto Silva, Felipe Melo, Elano (Ramires) e Kaká; Robinho (Alexandre Pato) e Luís Fabiano. Técnico: Dunga

EGITO: El Hadary; Ahmed Said, Gomaa, Hani Said e Moawad; Shawky, Hassan (Eid), Fathi e Abd Rabou (Muhamadi); Aboutrika e Zidan. Técnico: Hassan Shehata

Fonte: ESPN Brasil

Obrigado Al Muhamadi!

Junho 15, 2009

O que se escreve neste espaço no presente momento sofreu três alterações em sua concepção, prevalescendo a terceira.

Em primeiro lugar gostaria de falar que se a Copa das Confederações é a prévia da Copa do Mundo, a seleção da CBF tem que alterar algumas coisas; como por exemplo seu esquema defensivo. Não duvido da qualidade de nossa zaga, mas sei que antes de mais nada, nossos brilhantes defensores são humanos.

Eles, como vem acontecendo ultimamente, deixaram muitos espaços abertos para deleite da Seleção egípcia. E os companheiros da terra dos faraós, que tem qualidade (demonstrada nos títulos africanos que ganharam),  aproveitaram dos presentes que lhes foram dados nos presentiando com três gols;  e com razão, pois já era de se esperar que a seleção de menos nome fosse para cima com tudo.

Sabendo disso, o senhor Dunga, que deveria demonstrar o que disse e somente se importar com a sua seleção, principalmente defensivamente; deveria também saber que se há criticas é porque há o que ser criticado.

Vamos ao jogo…

 Magistralmente Kaká, recente contratação do time de Puskas e Di Stefano, no início do jogo faz um gol, iludindo esse pobre mortal do já esperado, uma goleada da seleção “vulgo” brasileira. Mas logo em seguida Zidan (Não confundam com o maior meia ofensivo do futebol moderno), utilizou a cabeça e sua qualidade para devolver o gol tomado. oucos minutos depois Juan e Luís Fabiano utilizaram as cabeças para fazerem mais dois gols confirmando a ilusão desse apaixonado por esportes.

No segundo tempo, a Seleção Egípcia demonstrando toda sua qualidade e o porque de seus títulos, surpreendendo a todos, menos a mim, dominaram o jogo diante de um Brasil indisperto.Showky, aproveitando outro presente da nossa seleção, fez mais um gol para o Egito sendo precedido por outro de Zidan, grande nome egípcio do jogo.

Quando tudo se parecia com um morno empate, surpreendentemente Al Muhamadi, zagueiro egípcio, tira de forma gloriosa, como braço, a cabeçada de Luís Fabiano de sua trajetória certeira. O que logo foi avisado ao árbitro do jogo, o inglês Howard Webb, que fez o correto. Marcou o pênalti e expulsou Al Muhamadi de campo, dando assim o título de melhor brasileiro em campo e a vitória ao Brasil, pelo pênalti cobrado de forma certeira por Kaká.

A primeira partida da Copa das Confederações terminou sem gols. Em um jogo de baixo nível técnico, África do Sul e Iraque empataram por 0 a 0 neste domingo, no Estádio Ellis Park, em Joanesburgo, na abertura do Grupo A da competição.

O jogo era um confronto direto pela segunda vaga nas semifinais da competição, já que a Espanha é a principal favorita a arrebatar a primeira colocação. A Nova Zelândia completa a chave.

Jogando em casa e empurrada pela torcida, a África do Sul, dirigida pelo brasileiro Joel Santana, teve mais a iniciativa do ataque e se mostrou melhor especialmente nos últimos 20 minutos. Mas falhou na finalização em duas boas chances criadas e não saiu do 0 a 0 na estreia.

Na próxima rodada, quarta-feira, a África do Sul joga contra a Nova Zelândia, às 15h30, no Estádio Royal Bafokeng, em Rustenburgo, enquanto o Iraque pega a Espanha, às 11 horas, no mesmo Ellis Park.

A disputa do Grupo A começará na segunda-feira. A primeira partida do dia será entre Brasil e Egito, às 11 horas. Às 15h30, a Itália enfrenta os Estados Unidos.

O JOGO

Mesmo fora de casa, os iraquianos começaram criando mais oportunidades na partida deste domingo. Karrar arriscou da meia-esquerda, mas o chute no meio do gol facilitou o trabalho do goleiro Khune. Na resposta dos donos da casa, Parker também chutou fraco e não exigiu muito trabalho do arqueiro.

Pouco depois, a África do Sul teve boa oportunidade. Sibaya arriscou a finalização com perigo e viu Mohammed Kassid fazer grande defesa. No entanto, o lance não serviu para animar a equipe do técnico Joel Santana.

O primeiro tempo seguiu equilibrado e sem lances de perigo, principalmente em função dos passes errados das duas equipes. No início da etapa complementar, Fanteni fez a jogada para Parker finalizar, mas o goleiro iraquiano apareceu bem para segurar.

Em casa, a África do Sul tentou impor mais seu futebol, mas demorou para criar chances de efetivo perigo. Aos 27 minutos, depois de cobrança de escanteio, Fanteni cabeceou perto da trave dos visitantes.

Nos instantes finais, os Bafana Bafana tiveram duas boas oportunidades. Pouco depois de entrar em campo, Mashego recebeu lançamento com velocidade e ganhou da defesa, mas o goleiro Kassid saiu para abafar o lance e conseguiu evitar o gol.

Instantes depois, o goleiro iraquiano falhou e não conseguiu cortar cruzamento. Dikgacoi alcançou para cabecear, mas a bola esbarrou em Parker quase em cima da linha e não entrou, em uma chance incrível desperdiçada pela África do Sul, que teve de se conformar com a igualdade.

FICHA TÉCNICA
ÁFRICA DO SUL 0 X 0 IRAQUE

Local: Ellis Park, em Joanesburgo, África do Sul
Data: 14 de junho de 2009, domingo
Horário: 11h (de Brasília)
Árbitro: Jorge Larrionda (Uruguai)
Assistentes: Pablo Fandino e Mauricio Espinosa (ambos do Uruguai)
Cartões amarelos: Fanteni e Sibaya (África do Sul). Nashat (Iraque)

ÁFRICA DO SUL: Khune; Gaxa, Mokoena, Booth e Masilela; Sibaya, Mhlongo, Dikgacoi e Modise; Parker (Pienaar) e Fanteni (Mashego)
Técnico: Joel Santana

IRAQUE: Mohammed Kassid; Salam, Ali Hussein e Basem; Mohammed Ali Kareem, Fareed Majeed, Nashat, Karrar (Hawar) e Mahdi (Salih); Emad (Zahra) e Younis
Técnico: Bora Milutinovic

 Fonte: ESPN Brasil
 
 Duro de assistir!!!
 

Choro de um campeão

Junho 8, 2009

Dentre tantas coisas impressionantes ontem, uma em especial me impressionou; o choro aliviado de Roger Federer ao ganhar Roland Garros, único titulo que ainda não tinha e que superava Pete Sampras em títulos (Inclusive o único título que Sampras não tem é esse).

Ele controlou o jogo o tempo todo, até foi bonzinho com Robin Soderling, se poupando nos saques do adversário.  Por outro lado, o adversário o respeitou muito, se resignando inclusive diante da iminente derrota. Também jogava com o maior tenista da história, que venceu magistralmente por 3×0 (6×2, 7×6 e 6×4). E merecidamente.

Zé Robero e Luca Toni

 

Gerd Wenzel

 
Deu no “tz”, diário de Munique, na última quarta-feira: Zé Roberto vai deixar o Bayern de Munique porque não houve acordo sobre a duração do próximo contrato. O Bayern ofereceu um ano, mas Zé Roberto queria dois.  
     
A novela da renovação do contrato de Zé Roberto vem se arrastando desde o início da temporada que passou. Enquanto não se resolvia a questão, Zé, profissional como é, fez o que pôde para ajudar o clube na sua tentativa de mais um título: jogou na lateral esquerda, atuou como segundo volante, fez o papel de meia armador, seja pela esquerda, seja pela direita; só faltou fazer chover. Mas, como uma andorinha só não faz verão, o glorioso Bayern teve que se contentar com um medíocre vice-campeonato, sem contar o vexame pelo qual passou diante de Barcelona na Champions League e Wolfsburg na Bundesliga.                         
        
Enquanto isso, os cartolas bávaros, leia-se Rummenigge e Hoeness, faziam todas as vontades do “messias” Jürgen Klinsmann, cuja missão declarada era inaugurar e implementar uma nova era na história do então campeão alemão.
        
Klinsmann exigia e era imediatamente atendido:      
     
“Preciso de um novo centro de treinamento!” Perfeitamente sr. Klinsmann, é para já. E lá se foram milhões de Euros para o Centro de Aperfeiçoamento Profissional preconizado pelo “messias”.
   
“Preciso um lateral direito – tem que contratar o Oddo”. Perfeitamente sr. Klinsmann, é para já. E lá vem o veterano Oddo com quem o Milan já não sabia mais o que fazer.
             
“Pode dispensar o Jansen!” Perfeitamente sr. Klinsmann, é para já. E lá se vai um dos melhores laterais esquerdos alemães que ainda por cima poderia ser aproveitado no meio de campo.
        
“Preciso do Landon Donovan para reforçar o ataque”. Perfeitamente sr. Klinsmann, é para já. E lá vem um atacante norte-americano que não faz gol e não serve os companheiros de profissão: em 13 jogos na Bundesliga, nenhum gol e apenas uma assistência.             
   
“Preciso de estátuas de Buda no centro de treinamento”. Perfeitamente sr. Klinsmann, é para já. E lá vem meia dúzia de estátuas enormes de Buda para supostamente trazer bons fluídos e tranqüilidade espiritual para os jogadores.        
   
A cada pedido do “messias da nova era”, os srs. Rummenigge e Hoeness saíam correndo para fazer a sua soberana vontade. Era Deus no céu e Klinsmann na terra para os cartolas bávaros.
  
Deu no que deu: eliminado prematuramente da Copa da Alemanha e da Champions League, o Bayern teve que fazer das tripas coração para conquistar (?) o vice-campeonato alemão. Sem esquecer que a 5 rodadas do final, a diretoria finalmente se encheu de coragem e demitiu o seu “messias” que prometeu venturas eternas e por pouco não levou a equipe ao inferno.  
     
E agora essa mesma diretoria, que endossou sem exceção todos absurdos cometidos pelo “messias”, vem a público, na pessoa do seu presidente executivo Rummenigge, para dizer que não renova com Zé Roberto por 2 anos porque se trata de um jogador de 34 anos e que esse procedimento seria contra a política de recursos humanos do clube?       
   
Mas jogar milhões e milhões de Euros pelo ralo com um “falso messias”, isso pode? 
  
Está de parabéns o Zé Roberto pela sua atitude elegante quando soube da decisão dos cartolas. Clube certamente não faltará para esse extraordinário jogador e, acima de tudo, ser humano que dignificou como poucos a sua profissão.

Fonte: Bundesliga.com.br 

Svetlana Kunestisova

Svetlana Kuneztsova

 

 

A russa Svetlana Kuznetsova conquistou neste sábado o título do Torneio de Roland Garros, em Paris, segundo Grand Slam da temporada. Na final, ela não teve maiores dificuldades para derrotar a número um do mundo, a russa Dinara Safina, por 6-4 e 6-2, em apenas uma hora e 14 minutos de jogo.

A partida foi equilibrada até o final do primeiro set, mas Kuznetsova assumiu o comando da decisão e não deixou Safina voltar à partida. No total, ambas cometeram 22 erros não-forçados. A vencedora conseguiu 12 winners contra 11 da rival. Safina sacou mal e fez sete duplas faltas, inclusive uma no match point.

Este é o segundo título de Grand Slam de Kuznetsova, que já foi número dois do mundo em 2007, mas hoje é a sétima melhor do ranking mundial. A outra conquista de um “grande” foi em 2004, quando ela foi campeã do Aberto dos EUA, em Nova York. Em Roland Garros, ela já havia feito uma final, mas perdeu o título de 2006 para a belga Justine Henin. Agora, levanta a taça em Paris.

Safina, a número um do mundo, não mostrou na final o mesmo tênis demonstrado durante o torneio e estava claramente abatida com a derrota. Esta é a segunda final consecutiva que ela perde em Roland Garros – no ano passado, caiu diante da sérvia Ana Ivanovic. É também a segunda decisão de Grand Slam seguida que ela perde – em janeiro, na Austrália, caiu contra a norte-americana Serena Williams.

“Sveta realmente mereceu. Espero voltar ano que vem e espero um dia ser campeã aqui”, disse Safina, segurando o choro. Desde que assumiu a liderança do ranking, em abril, ela perdeu só dois jogos e foi campeã dos torneios de Roma e Madri.

“Eu esperei por esse momento por muito tempo”, comemorou Kuznetsova. “Eu joguei com todo meu coração, tive jogos incríveis e finalmente consegui. Este é meu torneio favorito.”

A russa ainda teve tempo de parabenizar a amiga Dinara Safina. “Você trabalha muito e espero que você chegue lá um dia.”
Fonte: ESPN Brasil