Pérolas de Márcio Braga. Dá para levar a sério?
Outubro 7, 2008
Em 2005 ele perguntou? “Quem é Tevez?”. O argentino não balançava as redes há oito partidas, e encerrou o jejum marcando um dos gols nos 3 a 1 do Corinthians sobre o Flamengo no campo da Portuguesa, na Ilha do Governador. O argentino ainda foi à câmera de TV atrás da meta do goleiro Diego e mandou em seu linguajar característico: “Prazer, eu sou o Tevez”.
Em 2007, o cartola disse não saber quem era Jorge Henrique, há poucos dias de um clássico com o Botafogo. No ano anterior, alegou desconhecer o time do Vasco antes da decisão da Copa do Brasil. Em ambas a repercussão foi menor porque o Flamengo levantou os dois títulos.
Em março deste ano, o presidente do Flamengo pediu desculpas formais à diretoria do Vasco. O Motivo? Disse que a disputa com o Fluminense por Leandro Amaral era “briga de quadrilha”. Ele também assegurou várias vezes do ano passado para cá que o Flamengo não jogaria mais na altitude. Mas jogou a 3,4 mil metros em Cusco, contra o Cienciano. E venceu bem!
Márcio Braga (foto) tem erros e também suas virtudes como dirigente, desde que chegou à presidência do clube pela primeira vez, há 31 anos. Mas é assim, aparece com frases inexplicáveis, sem nexo, de uma hora para outra. Com base em que ele pode antecipar que irá festejar o título brasileiro?
A pergunta é: dá para levar a sério esses factóides do cartola? Você, torcedor rubro-negro, aprova essa postura?
Fonte: Blog do Mauro Cézar Pereira
Candidato único, Nuzman é reeleito
Outubro 3, 2008
A eleição para a presidência do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) não surpreendeu ninguém. Candidato único, Carlos Arthur Nuzman foi reeleito por aclamação, nesta quinta-feira, em um hotel da Zona Sul do Rio de Janeiro, para comandar a entidade até o final de 2012. PARA ASSISTIR À REPORTAGEM DE MENDEL BYDLOWSKI, DA ESPN BRASIL, BASTA CLICAR NO PLAYER DE VÍDEO ACIMA.
A falta de oposição a Nuzman se dá por conta de medo por parte das confederações brasileiras de receberem sanções financeiras do COB, que administra os recursos advindos da Lei Agnelo-Piva, além do dinheiro das empresas estatais. Além disso, a falta de organização prejudica uma oposição forte à atual chapa que comanda o comitê.
Desde 1995 no poder do COB, ao cabo do novo mandato, Nuzman irá completar 17 anos à frente do comitê. Neste tempo, o presidente esteve no comando durante as Olimpíadas de Atlanta, em 1996, Sidney, em 2000, Atenas, em 2004 e Pequim, em 2008.
Nuzman se vangloria do fato de ter ‘melhorado’ o desempenho do Brasil em Jogos Olímpicos desde sua chegada ao poder. No entanto, a irregularidade do esporte olímpico brasileiro, ao menos no quadro de medalhas, foi a tônica destes 13 anos.
Nos jogos de 1996, o Brasil chegou à marca de 15 medalhas olímpicas, sendo 3 delas de ouro. Em Sidney, 2000, o desempenho caiu tanto no total de pódios quando nas vitórias – o país conquistou 12 medalhas ao todo, e nenhuma delas foi dourada.
Em Atenas, 2004, o Brasil chegou ao recorde de medalhas de ouro – cinco –, mas o número total de pódios caiu para dez. Nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, o desempenho dos atletas brasileiros, em medalhas de ouro, foi inferior ao das Olimpíadas na Grécia, conquistando apenas três medalhas douradas, mas os atletas brasileiros chegaram entre os três melhores nas modalidades em que competiram por 15 vezes, como em Atlanta.
Além das participações olímpicas, a administração de Nuzman ficou marcada pela escolha do Rio de Janeiro para sediar os Jogos Pan-americanos de 2007, que ficou marcado pelos gastos públicos que excederam a previsão inicial.
Dos R$ 390 milhões que foram orçados a princípio, a cifra saltou para os R$ 3,3 bilhões gastos, de fato, o que gerou críticas e cobranças por parte do Tribunal de Contas da União, que determinou, no dia 24 de setembro, que o Ministério dos Esportes prestasse contas dos gastos envolvidos na organização do Pan em até 30 dias.
Veja mais:
Videoblog do Trajano: o ‘golpe’ de Carlos Arthur Nuzman, com uma eleição secreta
Fonte: ESPN Brasil
Adriano é convocado para vaga de Luis Fabiano
Outubro 1, 2008
O jogador da Inter de Milão ocupará a vaga de Luis Fabiano, cortado por problemas no músculo adutor da coxa. O atacante do Sevilla viria ao Brasil realizar exames com o médico da CBF, José Luis Runco, nesta quinta, mas foi tirado da lista antes da viagem.
A última vez que Adriano atuou pela seleção brasileira foi também pelas Eliminatórias, nos dias 14 de junho, contra o Paraguai e 18 de junho, contra a Argentina.
Filho de empresário das comunicações fisga a musa das quadras
Outubro 1, 2008
Após vencer o Aberto da Austrália no começo deste ano, Sharapova antecipou o fim a temporada, pois está em tratamento intensivo para curar um rompimento de um tendão no ombro direito.
“Realmente estou progredindo bem, mas mesmo assim está levando mais tempo do que eu imaginava”, falou a musa em seu site oficial. Sharapova está se tratando em uma clínica em Phoenix, nos Estados Unidos, que atende outros atletas também.
“Muitos atletas aqui têm problemas parecidos com o meu, apesar de a maioria deles serem enormes arremessadores (de beisebol) ou quarterbacks (de futebol americano)”, completou a russa.